quarta-feira, 22 de junho de 2011

O MEDO DA MORTE

Todo homem tem em si um profundo anseio por vida eterna. Em todos os lugares vemos essa busca. A Ciência e a Medicina procuram por caminhos que permitam estender a vida. Muitas pessoas cercam-se de idéias utópicas ou vivem em um mundo imaginário de filmes, livros e sonhos. Todos têm medo da morte. Quando se pensa nela, surge a temerosa pergunta: "O que virá depois?" O homem quer viver, viver eternamente, ele tem medo de morrer. Constantemente ele também se vê diante da importante pergunta: "Afinal, para que eu vivo?"

Deus criou o homem para a vida eterna. Mas ele a desprezou e jogou fora. O homem preferiu o pecado que lhe trouxe a morte. Isso fez vir a morte sobre toda criatura e a miséria humana começou. Desde então o homem está procurando reencontrar a vida eterna. Ele procurou muito e criou inúmeras coisas para obter vida para si; é o que mostram as muitas religiões. Mas, ele não tem vida, ele nunca tem segurança.

Certa vez, um artista construiu uma máquina gigantesca. Ao funcionar, ela fazia muito barulho e movimentava muitas engrenagens. Mas ela tinha uma desvantagem: não produzia nada. O artista pretendia dizer algo com isso. Ele tinha feito uma representação da nossa época e da humanidade. Há muita movimentação, até demais! Em todos os cantos há barulho, atividade e burburinho – mas, sem objetivo, sem sentido, sem razão e sem frutos permanentes.

Deus, porém, fez tudo para dar-nos novamente a vida, a vida verdadeira e eterna. A este mundo dominado pela morte Ele enviou Seu único Filho, que é a própria Vida e de quem está escrito: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5.20). Somente nEle nossa vida passa a ter sentido. Somente nEle temos o que é verdadeiro, aquilo que nossa alma anseia. E somente através dEle recebemos a vida que vai além dos poucos anos aqui na terra: a vida eterna!

Jesus diz: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Ou em João 11.25-26: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente. Crês isto?"

Portanto, o que interessa é que creiamos. Não importa, em primeiro lugar, entender, compreender logicamente, conseguir definir ou explicar o propósito de Deus. Não, Jesus simplesmente faz a pergunta: "Crês isto?" Todo o resto vem depois.

Uma pessoa contou certa vez: "Ao passar por um cemitério quando jovem, meu olhar pousou sobre uma das lápides. O nome estava quase apagado. Mas a inscrição dos anos ainda era bem legível: 1889-1931. E então percebi repentinamente: o tracinho entre os números significava toda uma vida humana. Somente um traço! Nossa vida não é mais do que isso! Um traço entre dois números – tão pouco! Então entendi a responsabilidade que temos – a enorme responsabilidade de fazer algo significativo desse simples traço... Aí entreguei minha vida a Jesus, o Salvador, e decidi colocar essa pobre e pequena vida a Seu serviço..."

O que você fará do "traço" da sua vida? Jesus pergunta também a você: "Crês isto?" (Norbert Lieth - http://www.ajesus.com.br)

terça-feira, 21 de junho de 2011

PROTESTO DA CAMARA DE VEREADORES

A câmara municipal de Belém do Pará emitiu um documento de protesto contra as ações da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) e da Convenção de Ministros e Igrejas Evangélicas da Assembleia de Deus do Estado do Pará (COMIEADEPA) que estão organizando eventos paralelos aos coordenados pela igreja-mãe para comemorar o Centenário das Assembleias de Deus.

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Os vereadores entenderam que o objetivo das convenções é atrapalhar o evento da igreja presidida pelo pastor Samuel Câmara que é considerada como um patrimônio Histórico e Cultural da cidade.

O requerimento da Câmara dá votos de protesto contra a CGADB e a COMIEADEPA “por convocarem todas as igrejas do Estado do Pará e do Brasil para uma festa paralela do Centenário, sem convocar a igreja-mãe e, por conseguinte atrapalhando o evento do Centenário da Igreja-mãe.”

“É no mínimo lamentável, vergonhoso e desonroso que os dirigentes nacionais das Assembleias de Deus não reconheçam a igreja-mãe ‘principal motivo da festa do Centenário’ como parte integrada das comemorações a nível nacional chegando até a fazer uma programação paralela uma semana antes da programação oficial da igreja-mãe”, diz o texto de justificativa.

Para eles o motivo das comemorações antecipadas é impossibilitar que os pastores e membros de todo o Brasil estejam presentes na festa programada pela AD de Belém.

O primeiro a denunciar as intenções da CGADB foi o pastor Silas Malafaia que por duas vezes usou seu programa de TV, Vitória em Cristo, para reclamar das atitudes do pastor José Wellington, presidente da convenção, de usar disputas políticas como desculpa para tentar atrapalhar as comemorações da igreja-mãe só por ela ser liderada pelo pastor Samuel Câmara que por diversas vezes se candidatou ao cargo de presidente da CGADB.

Fonte: Gospelprime

GRAÇAS A DEUS

A Convenção da igreja-Mãe das Assembleias de Deus no Brasil (CIMADB) firmou acordo com a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) no dia 16 de junho de 2011. O documento credencia a CIMADB e seus membros.

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Esse acordo sela a paz entre as duas convenções que estavam dividas por questões políticas.

Muito se falou sobre a divisão entre as AD, rumores que só aumentaram com a organização de duas festas em Belém do Pará para comemorar o Centenário. A CGADB realizou dois dias de evento uma semana antes do programado pela CIMADB.

Apesar disso o pastor Samuel Câmara compareceu na festa da CGADB e o pastor José Wellington Bezerra também esteve presente nos dias de festividade da CIMADB.



Fonte: Gospelprime

quarta-feira, 1 de junho de 2011

VINDE A BELÉM

Vinde a Belém...




Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém




Na madrugada fria de 1º Janeiro de 1901, a jovem Agnes Ozman recebeu o batismo no Espírito Santo numa pequena escola bíblica em Topeka (Kansas, EUA), experimentando uma efusiva manifestação do dom de línguas, tonando-se a primeira pentecostal do Século XX. Na madrugada quente do dia 8 de junho de 1911, em Belém do Pará, a irmã Celina de Albuquerque teve a mesma experiência, tornando-se a primeira crente a receber “a promessa do Pai” nas plagas amazônicas.
O que esses dois eventos têm em comum é que fazem parte do mesmo movimento espiritual que considera o falar em línguas estranhas como a “evidência bíblica” do batismo no Espírito Santo. O movimento pentecostal, como ficou conhecido, eclodiu em todo o mundo e mudou para sempre a face do cristianismo.
O primeiro evento foi o estopim do moderno movimento pentecostal mundial, pois a partir dali a chama do Espírito se espalhou para muitas cidades e países. O segundo foi o estopim do movimento pentecostal brasileiro, com o início da Assembleia de Deus no Brasil.
O movimento pentecostal mundial está celebrando o seu Centenário, assim como a Assembleia de Deus em Belém. O mundo tem muito a agradecer pela generosa ação do Espírito Santo em regenerar milhões de vidas para experimentarem uma viva esperança em Cristo Jesus. O Brasil, especialmente, tem muito a agradecer pela ação do Espírito através da obra empreendida pela Assembleia de Deus, pois desde o seu início, milhões de brasileiros experimentaram uma mudança radical de vida e também receberam o glorioso poder pentecostal. Glória a Deus!
O movimento pentecostal não chamou a atenção do mundo até 1906, quando um jovem negro chamado William J. Seymour liderou as reuniões do avivamento na Rua Azuza, no centro de Los Angeles. Seymour era filho de ex-escravos, pobre, cego de um olho, sem muita instrução, liderando uma igreja multicultural num país socialmente rachado pela segregação racial. Foi nesse contexto que o Espírito Santo quebrou todas as barreiras e tornou essa obra a face mais visível do pentecostalismo Norte-americano, espalhando sua influência pelo mundo todo.
No Brasil, dois missionários suecos, Gunnar Vingren e Daniel Berg, sem sustento financeiro, sem falarem bem a língua pátria, debaixo da cerrada oposição de outros grupos religiosos, mas revestidos do poder de Deus, começaram uma obra portentosa que se espalhou por todos os rincões desse imenso País.
A Assembleia de Deus em Belém tornou-se a Igreja-mãe de todas as outras Assembleias de Deus no Brasil, como uma mãe generosa que cuida de seus filhinhos e os abençoa com o melhor de seus cuidados e posses. Assim, à medida que a obra avançava, a Igreja em Belém enviava mais missionários, comprava terrenos para construir templos noutras cidades, mantinha financeiramente os novos pastores, enviava literatura gratuitamente, servia a todos com amor. Como uma mãe, jamais cobrou de volta qualquer recompensa, exceto o amor da retribuição justa que toda mãe merece e deseja receber de filhos agradecidos.
Agora que chegamos ao Centenário, a Igreja-mãe está reunindo seus filhinhos queridos, todas as igrejas que foram geradas no seu “útero espiritual”, para presenteá-los com a ambientação festiva e celestial de um novo Pentecoste. A Geração do Centenário precisa se habilitar na presença do Senhor Jesus para se tornar o ponto de partida para o que entendemos ser o último derramamento do Espírito Santo no mundo.
Precisamos estar no mesmo “Cenáculo”, na mesma disposição de ânimo, em comunhão no Espírito, esperando esse cumprimento cabal da “promessa do Pai”, segundo foi profetizado por Joel: “E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias” (Jl 2.28,29).
A Igreja-mãe, assim “como a galinha ajunta seus pintinhos debaixo das asas”, gostaria também de ajuntar consigo todas as Igrejas-filhas, para juntos celebrarmos esse grande momento da nossa história, o nosso Centenário. Infelizmente, tal como Jesus falou de Jerusalém, esta “mãezona” tem sentido a tristeza de ter de dizer para alguns de seus filhos que teimam em andar desgarrados: “Mas vós não o quisestes” (Mt 23.37).
Temos, porém, a alegria de receber todas “filhas” pentecostais queridas que estão conosco nessa luta, que certamente podem dizer como os pastores: “Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer” (Lc 2.15).
Vinde a Belém e celebremos! Nós somos a Geração do Centenário!


E-mail: samuelcamara@boasnovas.tv

segunda-feira, 30 de maio de 2011

CARTA CENTENÁRIA

Prezado em Cristo:

1. O calendário indica que estamos no limiar das celebrações do centenário das Assembléias de Deus no Brasil. Isso nos faz pensar naqueles irmãos que num gesto de absoluta confiança nas promessas de Deus lançaram as bases em que foi construído este imenso trabalho de evangelização.

2. O local deste ato de fé que se transformou no berço das Assembléias de Deus no Brasil foi uma casa humilde de uma casal que servia ao Senhor na rua Siqueira Mendes, em Belém,Pará, há cem anos passados.

3. E agora nos coube o dever, a obrigação e o privilégio de festejarmos este grande acontecimento. É um momento de ações de graças, pelo que Deus fez por nós e pela confiança que ele depositou nesta cidade e neste estado, para iniciar e realizar o seu plano de evangelização deste país.

4. A história nos revela que homens, mulheres de todas as idades se doaram por esta obra. Regaram com o suor, com lágrimas e até com sangue o terreno em que nasceu e cresceu esta igreja. Concordo que nos somos a geração do centenário. Mas uma geração compromissada.

5. A responsabilidade nossa ultrapassa as celebrações, os investimentos e todo o sacrifício para o bom sucesso deste evento. A nossa responsabilidade repousa no legado que os pioneiros nos deixaram: os ensinamentos, a doutrina, a ética e a moral assembleiana. Nós somos responsáveis pela conservação e pela divulgação deste patrimônio religioso que recebemos. A geração do centenário tem esta responsabilidade diante de Deus e da sociedade brasileira.

6. Diferenças à parte. Interesses à parte. O centenário só será autêntico celebrado nos idéias dos pioneiros. Que seja um momento de repensarmos os nossos papéis, a nossa posição e a qualidade de luz que estamos refletindo à esta geração. Caso contrário, a grande festa será aos olhos de Deus apenas um arraial ou pior um sacrifício de tolos.

7. Mas certamente Deus nos guardará disso, e, então, rumo ao centenário.

Em Cristo,

MCastro

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Desmascarando um mito sobre Jerusalém como capital da Palestina
Quando se fala aos israelenses que apóiam uma capital palestina em Jerusalém, eles invariavelmente explicam seu apoio nos seguintes termos: na parte oriental de Jerusalém vivem muitos árabes. Normalmente essas pessoas não estão conscientes de que, quando os palestinos falam em ocupar Jerusalém, eles não estão se limitando a algumas áreas afastadas – eles querem dizer a Cidade Velha. Sim, isso inclui o monte do Templo.

Recentemente, o presidente da Autoridade Palestina (AP) descartou claramente a noção de que eles estariam satisfeitos tendo somente uma presença em Jerusalém. O senhor Abbas, um homem que nega que Jerusalém foi a capital do povo judeu na Antigüidade, disse: “A liderança palestina mantém sua posição de que o bairro Armênio é parte integrante de Jerusalém Oriental, a capital do Estado independente da Palestina”.

Abbas falou em uma reunião com cristãos, na qual comprometeu-se a ajudar a melhorar a Igreja da Natividade em Belém e disse que a AP faria mais para salvar e preservar os árabes cristãos.


Em Belém, a antiga comunidade cristã vem definhando até ao ponto em que provavelmente desaparecerá em um futuro próximo. Na foto: a Igreja da natividade.
O fato é que, sob o governo muçulmano, os árabes cristãos estão se tornando um grupo extinto. Na AP e em todo o mundo árabe, os cristãos se tornaram alvos de ataques mortais por parte dos islamitas. Em Belém, a antiga comunidade cristã vem definhando até ao ponto em que provavelmente desaparecerá em um futuro próximo. Quando os palestinos tomaram o controle completo da cidade, um cristão palestino, cuja família havia morado em Belém desde tempos antigos, disse que os muçulmanos tornam impossível a vida dos não-muçulmanos sob o governo deles.

Nina Shea, diretora do Centro de Liberdade Religiosa do Instituto Hudson, criticou recentemente o governo Obama por fracassar em dar assistência aos cristãos que estão sob ataque em terras muçulmanas. A senhora Shea disse que, à luz da recente onda de violência contra os cristãos, “a falta de respostas políticas que vão além de enviar condolências a cada vez que uma igreja ou cristãos são alvejados em algum ato horrível de violência, como aconteceu no Egito, no Iraque, na Nigéria, etc., é absolutamente chocante”. Nina Shea disse à FoxNews.com: “Isso deveria ser visto não apenas como uma questão humanitária, mas como uma questão de segurança”. (www.onejerusalem.org - http://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 2011.


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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Temos muito a celebrar




Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém




Algumas pessoas nos indagam, enquanto outros nos criticam, a respeito das polêmicas e discussões sobre a realização do Centenário da Assembleia de Deus no Brasil em Belém, onde tudo começou. Para alguns, as relações eclesiásticas estão deterioradas a tal ponto, que não há o que comemorar. Para outros, deveríamos ficar calados, permitir a Igreja-mãe sofrer todo tipo de “bullying eclesiástico”, num dístico de alienação típico do “deixa como está para ver como é que fica”.
Porém, enquanto indagações e críticas perpassam as mentes e tentam nos atingir para minorar a nossa inspiração e abater o nosso ânimo, nossa principal resposta não pode ser outra senão a que, fazendo parte da Geração do Centenário, temos de continuar avançando e marcando posição entre os grandes da nossa gloriosa história, enquanto os homenzinhos de alma pequena se medem por si mesmos e vivem a sua própria ignomínia.
Com certeza, temos muito o que comemorar. O Centenário da Assembleia de Deus nos permite a expressão de fé de ainda podermos acreditar que Deus realiza grandes obras, tanto materiais como espirituais. Isto porque o Senhor nos deu essa oportunidade, para que tivéssemos uma causa em comum, algo que nos unisse num só propósito.
Aquilo que o Senhor nos deu para constituirmos como Desafios do Centenário parecia uma grande loucura. Alguns reagiram com fé. Outros, com dúvidas e críticas. O primeiro hino que cantamos como celebração dessa nova fase veio para nos animar: “Eu vou rumo ao Centenário, eu chego lá”. Alguém ainda duvida?
Dentre os desafios que chamamos de “materiais”, temos o Centro de Convenções da Assembleia de Deus, cujas obras estão em processo de acabamento. Vamos inaugurá-lo brevemente, com a bênção do Senhor Jesus. O Museu Nacional da Assembleia de Deus está sendo finalizado, cujo local o Senhor nos surpreendeu em ser uma réplica da casa de Henrique e Celina Albuquerque, onde os primeiros cultos de nossa igreja aconteceram. A avenida Centenário da Assembleia de Deus também já é uma realidade, uma vez que, no último dia 17, foi sancionada a Lei nº 8.808, que lhe dá existência legal. Essas coisas estão no rol daquelas que nós, como servos de Deus, podemos realizar com o nosso trabalho, oração e ofertas.
Quanto aos desafios que chamamos de “espirituais”, temos obtido expressivas vitórias. Já estamos perto de alcançar as 20 mil decisões, já estamos próximos de alcançar os 10 mil batizados nas águas e 10 mil batizados no Espírito Santo. Essas coisas estão no rol daquelas que só o Senhor pode realizar. Em ambas, porém, tanto cooperamos com o Senhor como Ele coopera conosco.
A vitória, portanto, é daqueles que crerem antes de terem visto qualquer indício de que o Senhor estava a nos conduzir para essa apoteose pentecostal que nos está reservada por ocasião da celebração do Centenário da Assembleia de Deus em junho próximo.
Temos muito a celebrar. A presente geração pode celebrar o crescimento da Assembleia de Deus, que nesta época atingiu o maior patamar da nossa história. Os motivos essenciais do crescimento assembleiano continuam os mesmos: Jesus salva, cura e batiza com o Espírito Santo.
Crescemos porque contamos com fatores espirituais, quando a liberdade de ação do Espírito Santo nos permitiu conquistar muitas almas e realizar grandes coisas para o reino de Deus. Há também as razões antropológicas, cujo anseio por Deus das inúmeras almas famintas encontrou uma mensagem cheia de vida e poder.
Nossa igreja contou também com elementos sociológicos, pois em nosso meio as pessoas encontraram a sensação de abrigo, segurança, identidade e comunhão nesse mundo hostil. Nossa metodologia pastoral permitiu em larga escala a participação leiga, constituindo-se num amplo e maravilhoso exemplo de inclusão social. Os fatores psicológicos e culturais também cooperaram, no sentido de que esta obra permitiu a liberdade de adoração e emoção, com música popular e instrumentos musicais, numa abençoada simbiose de comunhão e adoração.
Chegamos ao Centenário e temos muito a comemorar. Não vamos nos intimidar por nenhum tipo de “bullying”, mas agradecemos a Deus pela gloriosa oportunidade de estarmos vivos e ativos, crendo que Deus ainda conta conosco nessa luta e que também nós todos podemos contar com Ele.
Aqueles que pretendem participar conosco da celebração do Centenário, parafraseando os pastores, podem dizer: “Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer”.
Avante! Temos muito a celebrar! Nós somos a Geração do Centenário.


E-mail: samuelcamara@boasnovas.tv