segunda-feira, 29 de outubro de 2012

REFORMAR A REFORMA


Sabe-se que no início do Século XVI, a Igreja precisava de muito dinheiro para a conclusão da Basílica de São Pedro. O então Papa Leão X assinou um documento que prescrevia a venda de Indulgências, que seriam a suprema “garantia” da absolvição dos pecados passados, presentes e futuros e dariam “segurança” eterna àqueles que queriam alcançar o céu. Até mesmo aqueles que já haviam morrido podiam receber a absolvição de seus pecados, através das indulgências compradas pelos seus parentes ainda vivos.

A ideia era simples: ao mesmo tempo em que as Indulgências garantiam o perdão dos pecados e um lote no céu a quem as adquirisse, ajudariam a encher os cofres da Igreja. Os clérigos bradavam dos altares das igrejas: “Ao tilintarem as moedas no fundo da sacola, automaticamente os vossos pecados e ofensas serão perdoados, e até mesmo as almas dos vossos parentes que estão no purgatório serão levadas ao paraíso!”.

Tudo parecia ir muito bem, até que um obscuro monge chamado Martinho Lutero se insurgiu contra essa prática e conclamou a Igreja a voltar à obediência da Palavra de Deus e retornar às doutrinas e práticas cristãs primitivas, afixando as 95 Teses na porta da Catedral de Wittemberg, na Alemanha, em 31 de outubro de 1517. Esse evento desencadeou a Reforma Protestante. Aqueles que se juntaram a Lutero e se opuseram aos dogmas da Igreja foram historicamente reconhecidos como “Protestantes”.

Não pretendo aqui polemizar com os cristãos católicos, a quem respeito e amo no amor de Jesus. Mas gostaria de considerar, com a ênfase que o caso requer, que a Reforma só aconteceu porque a Igreja estava moralmente em decadência, pois distanciara-se muito do evangelho. A Igreja preocupava-se mais com as questões políticas e econômicas do que com os assuntos espirituais; ao buscar aumentar ainda mais suas riquezas, vendia indulgências, cargos eclesiásticos e relíquias, tudo como forma dos fiéis adquirirem bênçãos. E isso estava errado, e os próprios católicos reconhecem.

Passados quase quinhentos anos da Reforma Protestante, penso que não seria precipitado afirmar que, em muitos aspectos, precisamos reformar a Reforma, como filhos e herdeiros da mesma. Basta olhar a situação de não poucas igrejas ditas evangélicas. Em muitos aspectos, não estamos muito longe da decadência moral que pode preceder uma verdadeira reforma. É bom lembrar que algo precisa de reforma quando se deteriorou, ou tomou curso errado, ou se deformou. Assim, reformar é formar de novo, reconstruir, corrigir, retificar, restaurar. Em suma, reformar é fazer um “movimento para trás”, é levar algo à sua situação original. Então, meditemos sobre isto.

Os evangélicos não vendem Indulgências, mas muitos continuam proliferando ensinamentos que enganam os crentes com a promessa da salvação em troca de dinheiro e bens materiais. Não temos um papa, temos vários papas; cada denominação tem o seu. Muitos pastores vivem como se fossem “papazinhos” nos seus tronos de “infalibilidade”, ou melhor, há sempre um “reizinho” para cada feudo eclesial.

Também não temos santos e imagens, mas muitos tratam a Bíblia (ou partes dela) como “amuleto”. Não temos catecismo, mas temos uma “cartilha” de usos e costumes. Não há missa, mas temos cultos liturgicamente engessados. Não há paramentos sacerdotais, mas temos paletó e gravata. Não há reza, mas temos orações repetitivas. Não pagamos promessa, mas damos culto de ações de graça como se fosse. Não há penitência, mas temos algumas “simpatias” e “campanhas”, que muitos usam como forma de barganhar com Deus. Muitos evangélicos, como os católicos, pensam que a salvação só é conseguida na “sua” igreja.

Desse modo, não são essas mesmas coisas que indicam a nossa real necessidade de reforma? Pensemos, portanto, em quatro princípios fundamentais adotados pelos líderes da Reforma. Primeiro: a religião deve ser baseada nas Escrituras Sagradas, pois nada substitui a autoridade da Bíblia como nossa regra de fé e prática. Nem costume, nem tradição, nem cultura. Sola Scriptura! Segundo: a religião deve ser racional e inteligente, significando que, embora a razão esteja subordinada à revelação, a natureza racional do homem não pode ser violada por dogmas e doutrinas irracionais.

Terceiro: a religião é pessoal, ou seja, cada crente deve confessar o seu pecado diretamente a Deus, sem a necessidade de um sacerdote humano para perdoar-lhe. A adoração também é pessoal, de modo que os crentes podem ter comunhão com Deus, individualmente. Quarto: a religião deve ser espiritual, não formalista. Isso pressupõe a volta aos princípios evangélicos de simplicidade e pureza, indicando que o crente era santificado pela presença do Espírito Santo em sua vida interior, não pela observância de formalidades e cerimônias externas.

Todos os cristãos devem ter isto sempre em mente: ao estarmos constantemente nos reformando, manteremos sempre aberto o canal para que a “multiforme graça de Deus” continue a operar na igreja e em nossas vidas “sem impedimento algum” (1 Pe 4.10; At 28.31). Soli Deo Gloria!





E-mail: samuelcamara@boasnovas.tv





sexta-feira, 26 de outubro de 2012

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O embate travado entre o pastor Silas Malafaia contra o candidato a prefeito de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, serviu, segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, para que o Partido dos Trabalhadores começasse “a cumprir uma ameaça” feita pelo ministro-chefe da Casa Civil, Gilberto de Carvalho.



Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Em fevereiro deste ano, durante o Fórum Social Mundial, Gilberto Carvalho declarou numa palestra que seria “preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”, e que o governo proporia a criação de uma empresa de mídia estatal para se dirigir à classe C.



As palavras do ministro ecoaram no meio evangélico e causaram fortes reações de líderes, como o pastor Silas Malafaia e o senador Magno Malta, que repudiaram, por diversas vezes, as declarações de Carvalho.



Recentemente, para rebater as críticas de Malafaia contra Haddad, o PT divulgou um documento em que alguns líderes evangélicos expressaram apoio à candidatura do ex-ministro da Educação, considerado responsável pela criação kit-gay. Para Reinaldo Azevedo, a divulgação do apoio como se fosse uma reação ao pastor Malafaia faz parte da promessa feita por Gilberto Carvalho, de disputar a ideologia propagada no meio evangélico.



-O PT quer ter a sua própria ‘igreja’. Também quer a sua própria imprensa. A sua própria OAB. O seu próprio STF. A sua própria SBPC. A sua própria universidade. Com sua vocação totalizante e totalitária, o partido quer submeter todas as instâncias da sociedade a seus ditames. Por isso, atribui a um manifesto de meia dúzia de evangélicos o que nem mesmo está lá. O texto não ataca Malafaia, mas Haddad o vende como uma reação ao líder religioso que não o apoia – frisa Azevedo.



Para o jornalista, “o PT jamais desiste de uma ideia, ainda que diga o contrário”, e ressalta que a busca do partido por influenciar a todos, em tudo, ainda permanece: “[O PT] não desistiu, estejam certos, de disputar a influência com os evangélicos, como se fosse também uma igreja… Ocorre que a existência de correntes cristãs que têm a fidelidade de seus fiéis soa uma traição ao partido que quer ser impor como imperativo categórico. É ele, partido, que tem de estar em todos os lugares. Por isso, agora, essa cruzada contra a Malafaia e contra os pastores que não estão com Haddad”, afirma o jornalista, explicando seu ponto de vista.



Reinaldo Azevedo crítica a essência dos objetivos do PT, e sua forma de interpretar a democracia: “O partido não pode aceitar que haja um líder religioso ou que haja correntes religiosas que se oponham à sua orientação. Sendo assim, então, ele decide criar a sua própria igreja, seduzindo alguns evangélicos com migalhas”.



Confira abaixo a íntegra do artigo de Reinaldo Azevedo no site da revista Veja:



Não! Este texto não é sobre religião e política. Este é um texto que repudia os que pretendem fazer da política uma religião.



O comando de campanha de Fernando Haddad, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, convocou alguns pastores evangélicos — de pouca expressão, é verdade — para uma reunião no diretório municipal do partido. Ali se redigiu uma espécie de manifesto daqueles poucos líderes em favor do petista. Não se toca no nome do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, que expressou seu apoio ao tucano José Serra. Quem se encarregou de criticar Malafaia foi o próprio Haddad: “Na verdade, houve uma reação aos modos e aos termos que o pastor [Malafaia] utilizou para se referir à minha pessoa. Inclusive uma pessoa que nem é de São Paulo”. Haddad acha que religião tem de ter base territorial, entende? Haddad acha que o divino tem de respeitar fronteiras territoriais. Adiante! O líder religioso da Assembleia de Deus emitiu uma nota (ver post abaixo) apontando o que considera “as mentiras” do petista. Não! À diferença do que podem pensar alguns, não farei um texto sobre religião. Tratarei de algo até mais amplo. A ameaça feita em janeiro por Gilberto Carvalho começa a se cumprir. O PT já começou a sua mobilização para disputar influência com os evangélicos. Para tanto, decidiu provocar um confronto entre os religiosos. Por quê?



Porque o PT quer ter a sua própria “igreja”. Também quer a sua própria imprensa. A sua própria OAB. O seu próprio STF. A sua própria SBPC. A sua própria universidade. Com sua vocação totalizante e totalitária, o partido quer submeter todas as instâncias da sociedade a seus ditames. Por isso, atribui a um manifesto de meia dúzia de evangélicos o que nem mesmo está lá. O texto não ataca Malafaia, mas Haddad o vende como uma reação ao líder religioso que não o apoia.



PT começa a cumprir ameaça contra evangélicos



O PT começa a cumprir uma ameaça. No Fórum Social de Porto Alegre, no fim de janeiro, o ministro Gilberto Carvalho (secretário-geral da Presidência), homem mais importante no PT depois de Lula e seu provável futuro presidente, deu uma palestra. Na plateia, estava ninguém menos do que assassino e terrorista Cesare Basttisti, que ficou no Brasil por vontade Lula e Tarso Genro. Tudo em casa!



Carvalho estava muito à vontade. Confessou lá que o governo tem a intenção de criar uma mídia estatal para a classe C. Entenderam? A imprensa que está aí não serve. O estado precisaria financiar outra, mais adequada às necessidades do partido. Carvalho foi além: anunciou a disposição do PT de fazer “uma disputa ideológica coma as lideranças evangélicas para conquistas a classe C”. À época, escrevi um post sobre essa palestra e produzi uma série de textos a respeito.



Estava claro ali: o objetivo era mesmo confrontar os evangélicos. A fala deu um barulho danado, especialmente depois que demonstrei aqui o seu alcance e gravidade. Dilma teve de sair em socorro do ministro. Disseram que não era bem aquilo, que ele havia se expressado mal. Na esteira do mal-estar, Dilma deu o Ministério da Pesca para Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo, da Igreja Universal, que representa fatia relativamente pequena dos evangélicos. Os petistas, como deixa claro o mensalão, estão acostumados a comprar apoios — seja com dinheiro de propina, seja com ministérios…



Muito bem! Não se esqueçam de uma coisa: o PT jamais desiste de uma ideia, ainda que diga o contrário. E não desistiu, estejam certos, de disputar a influência com os evangélicos, como se fosse também uma igreja… Ocorre que a existência de correntes cristãs que têm a fidelidade de seus fiéis soa uma traição ao partido que quer ser impor como imperativo categórico. É ele, partido, que tem de estar em todos os lugares. Por isso, agora, essa cruzada contra a Malafaia e contra os pastores que não estão com Haddad. E como é que os petistas contam levar a cizânia ao seio evangélico? Ora, usando alguns… evangélicos, que aceitam se comportar como inocentes úteis em troca de algumas promessas. Isso reforça a tese do PT de que tudo tem um preço, de que tudo pode ser reduzido a dinheiro — às vezes, dinheiro vivo, como se viu no mensalão.



Substituir a sociedade



Não! O partido não pode aceitar que haja um líder religioso ou que haja correntes religiosas que se oponham à sua orientação. Sendo assim, então, ele decide criar a sua própria igreja, seduzindo alguns evangélicos com migalhas. É o mesmo partido que não aceita o STF — que representaria, segundo Rui Falcão, a elite “suja e reacionária”. Ora, José Genoino está por aí a dizer que não se sente um condenado, como se isso fosse matéria subjetiva. Quem sabe a cadeia o faça mudar de ideia… Jorge Viana, senador pelo PT do Acre, já disse achar inadmissível que o governo nomeie ministros que depois condenem membros do partido. O PT quer, em suma, ter O SEU STF, ASSIM COMO QUER TER A SUA IGREJA.



Também rejeita uma disputa franca e aberta pelo comando da OAB, por exemplo. Está metido na disputa pelo comando da Ordem dos Advogados do Brasil porque não aceita, como é o certo, uma OAB que vigie o poder. Ao contrário: o PT quer um poder que vigie a OAB.



O partido vive às turras com o jornalismo independente porque, confessou Carvalho, quer ter a sua própria imprensa, que se ocupe não de noticiar o que é do interesse do conjunto da população, mas o que é útil a seu próprio fortalecimento. O diabo é que quer fazer isso com dinheiro público! Existir um jornalismo que se oriente segundo critérios que não são os da legenda ofende esses patriotas — assim como os ofende haver igrejas ou entidades de classe e categoria que não estejam a serviço de seus anseios.



O petismo também quer a sua própria universidade, de que é expressão gente como Marilena Chaui (ver post na home), esta detestável senhora capaz de torcer miseravelmente os fatos em favor da sua ideologia, sem qualquer compromisso com a verdade. Há anos o partido transformou a academia num mero quintal de seu projeto de poder.



Nada, assim, pode escapar a seu controle e a sua visão torta de mundo. A guerra que decidiu promover contra Malafaia expressa a pior e a mais típica natureza do petismo. Repete o que o partido vem fazendo em outros setores da sociedade de maneira contumaz e organizada. No que diz respeito à imprensa, por exemplo, ninguém ignora o desavergonhado financiamento ao subjornalismo, mobilizado para atacar autoridades do Judiciário, líderes da oposição e a imprensa independente.



Esses são os petralhas. E o país que eles imaginam se parece, deixem-me ver, com a Venezuela, com Cuba, com o Equador ou com a Argentina de Cristina Kirchner. Neste blog não passam. Como tenho afirmado nos lançamentos do meu livro mais recente, eles não se cansam de dizer mentiras sobre si mesmos, e eu não me canso de dizer a verdade sobre quem são.



Por Tiago Chagas, para o Gospel+



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O embate travado entre o pastor Silas Malafaia contra o candidato a prefeito de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, serviu, segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, para que o Partido dos Trabalhadores começasse “a cumprir uma ameaça” feita pelo ministro-chefe da Casa Civil, Gilberto de Carvalho.



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Em fevereiro deste ano, durante o Fórum Social Mundial, Gilberto Carvalho declarou numa palestra que seria “preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”, e que o governo proporia a criação de uma empresa de mídia estatal para se dirigir à classe C.



As palavras do ministro ecoaram no meio evangélico e causaram fortes reações de líderes, como o pastor Silas Malafaia e o senador Magno Malta, que repudiaram, por diversas vezes, as declarações de Carvalho.



Recentemente, para rebater as críticas de Malafaia contra Haddad, o PT divulgou um documento em que alguns líderes evangélicos expressaram apoio à candidatura do ex-ministro da Educação, considerado responsável pela criação kit-gay. Para Reinaldo Azevedo, a divulgação do apoio como se fosse uma reação ao pastor Malafaia faz parte da promessa feita por Gilberto Carvalho, de disputar a ideologia propagada no meio evangélico.



-O PT quer ter a sua própria ‘igreja’. Também quer a sua própria imprensa. A sua própria OAB. O seu próprio STF. A sua própria SBPC. A sua própria universidade. Com sua vocação totalizante e totalitária, o partido quer submeter todas as instâncias da sociedade a seus ditames. Por isso, atribui a um manifesto de meia dúzia de evangélicos o que nem mesmo está lá. O texto não ataca Malafaia, mas Haddad o vende como uma reação ao líder religioso que não o apoia – frisa Azevedo.



Para o jornalista, “o PT jamais desiste de uma ideia, ainda que diga o contrário”, e ressalta que a busca do partido por influenciar a todos, em tudo, ainda permanece: “[O PT] não desistiu, estejam certos, de disputar a influência com os evangélicos, como se fosse também uma igreja… Ocorre que a existência de correntes cristãs que têm a fidelidade de seus fiéis soa uma traição ao partido que quer ser impor como imperativo categórico. É ele, partido, que tem de estar em todos os lugares. Por isso, agora, essa cruzada contra a Malafaia e contra os pastores que não estão com Haddad”, afirma o jornalista, explicando seu ponto de vista.



Reinaldo Azevedo crítica a essência dos objetivos do PT, e sua forma de interpretar a democracia: “O partido não pode aceitar que haja um líder religioso ou que haja correntes religiosas que se oponham à sua orientação. Sendo assim, então, ele decide criar a sua própria igreja, seduzindo alguns evangélicos com migalhas”.



Confira abaixo a íntegra do artigo de Reinaldo Azevedo no site da revista Veja:



Não! Este texto não é sobre religião e política. Este é um texto que repudia os que pretendem fazer da política uma religião.



O comando de campanha de Fernando Haddad, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, convocou alguns pastores evangélicos — de pouca expressão, é verdade — para uma reunião no diretório municipal do partido. Ali se redigiu uma espécie de manifesto daqueles poucos líderes em favor do petista. Não se toca no nome do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, que expressou seu apoio ao tucano José Serra. Quem se encarregou de criticar Malafaia foi o próprio Haddad: “Na verdade, houve uma reação aos modos e aos termos que o pastor [Malafaia] utilizou para se referir à minha pessoa. Inclusive uma pessoa que nem é de São Paulo”. Haddad acha que religião tem de ter base territorial, entende? Haddad acha que o divino tem de respeitar fronteiras territoriais. Adiante! O líder religioso da Assembleia de Deus emitiu uma nota (ver post abaixo) apontando o que considera “as mentiras” do petista. Não! À diferença do que podem pensar alguns, não farei um texto sobre religião. Tratarei de algo até mais amplo. A ameaça feita em janeiro por Gilberto Carvalho começa a se cumprir. O PT já começou a sua mobilização para disputar influência com os evangélicos. Para tanto, decidiu provocar um confronto entre os religiosos. Por quê?



Porque o PT quer ter a sua própria “igreja”. Também quer a sua própria imprensa. A sua própria OAB. O seu próprio STF. A sua própria SBPC. A sua própria universidade. Com sua vocação totalizante e totalitária, o partido quer submeter todas as instâncias da sociedade a seus ditames. Por isso, atribui a um manifesto de meia dúzia de evangélicos o que nem mesmo está lá. O texto não ataca Malafaia, mas Haddad o vende como uma reação ao líder religioso que não o apoia.



PT começa a cumprir ameaça contra evangélicos



O PT começa a cumprir uma ameaça. No Fórum Social de Porto Alegre, no fim de janeiro, o ministro Gilberto Carvalho (secretário-geral da Presidência), homem mais importante no PT depois de Lula e seu provável futuro presidente, deu uma palestra. Na plateia, estava ninguém menos do que assassino e terrorista Cesare Basttisti, que ficou no Brasil por vontade Lula e Tarso Genro. Tudo em casa!



Carvalho estava muito à vontade. Confessou lá que o governo tem a intenção de criar uma mídia estatal para a classe C. Entenderam? A imprensa que está aí não serve. O estado precisaria financiar outra, mais adequada às necessidades do partido. Carvalho foi além: anunciou a disposição do PT de fazer “uma disputa ideológica coma as lideranças evangélicas para conquistas a classe C”. À época, escrevi um post sobre essa palestra e produzi uma série de textos a respeito.



Estava claro ali: o objetivo era mesmo confrontar os evangélicos. A fala deu um barulho danado, especialmente depois que demonstrei aqui o seu alcance e gravidade. Dilma teve de sair em socorro do ministro. Disseram que não era bem aquilo, que ele havia se expressado mal. Na esteira do mal-estar, Dilma deu o Ministério da Pesca para Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo, da Igreja Universal, que representa fatia relativamente pequena dos evangélicos. Os petistas, como deixa claro o mensalão, estão acostumados a comprar apoios — seja com dinheiro de propina, seja com ministérios…



Muito bem! Não se esqueçam de uma coisa: o PT jamais desiste de uma ideia, ainda que diga o contrário. E não desistiu, estejam certos, de disputar a influência com os evangélicos, como se fosse também uma igreja… Ocorre que a existência de correntes cristãs que têm a fidelidade de seus fiéis soa uma traição ao partido que quer ser impor como imperativo categórico. É ele, partido, que tem de estar em todos os lugares. Por isso, agora, essa cruzada contra a Malafaia e contra os pastores que não estão com Haddad. E como é que os petistas contam levar a cizânia ao seio evangélico? Ora, usando alguns… evangélicos, que aceitam se comportar como inocentes úteis em troca de algumas promessas. Isso reforça a tese do PT de que tudo tem um preço, de que tudo pode ser reduzido a dinheiro — às vezes, dinheiro vivo, como se viu no mensalão.



Substituir a sociedade



Não! O partido não pode aceitar que haja um líder religioso ou que haja correntes religiosas que se oponham à sua orientação. Sendo assim, então, ele decide criar a sua própria igreja, seduzindo alguns evangélicos com migalhas. É o mesmo partido que não aceita o STF — que representaria, segundo Rui Falcão, a elite “suja e reacionária”. Ora, José Genoino está por aí a dizer que não se sente um condenado, como se isso fosse matéria subjetiva. Quem sabe a cadeia o faça mudar de ideia… Jorge Viana, senador pelo PT do Acre, já disse achar inadmissível que o governo nomeie ministros que depois condenem membros do partido. O PT quer, em suma, ter O SEU STF, ASSIM COMO QUER TER A SUA IGREJA.



Também rejeita uma disputa franca e aberta pelo comando da OAB, por exemplo. Está metido na disputa pelo comando da Ordem dos Advogados do Brasil porque não aceita, como é o certo, uma OAB que vigie o poder. Ao contrário: o PT quer um poder que vigie a OAB.



O partido vive às turras com o jornalismo independente porque, confessou Carvalho, quer ter a sua própria imprensa, que se ocupe não de noticiar o que é do interesse do conjunto da população, mas o que é útil a seu próprio fortalecimento. O diabo é que quer fazer isso com dinheiro público! Existir um jornalismo que se oriente segundo critérios que não são os da legenda ofende esses patriotas — assim como os ofende haver igrejas ou entidades de classe e categoria que não estejam a serviço de seus anseios.



O petismo também quer a sua própria universidade, de que é expressão gente como Marilena Chaui (ver post na home), esta detestável senhora capaz de torcer miseravelmente os fatos em favor da sua ideologia, sem qualquer compromisso com a verdade. Há anos o partido transformou a academia num mero quintal de seu projeto de poder.



Nada, assim, pode escapar a seu controle e a sua visão torta de mundo. A guerra que decidiu promover contra Malafaia expressa a pior e a mais típica natureza do petismo. Repete o que o partido vem fazendo em outros setores da sociedade de maneira contumaz e organizada. No que diz respeito à imprensa, por exemplo, ninguém ignora o desavergonhado financiamento ao subjornalismo, mobilizado para atacar autoridades do Judiciário, líderes da oposição e a imprensa independente.



Esses são os petralhas. E o país que eles imaginam se parece, deixem-me ver, com a Venezuela, com Cuba, com o Equador ou com a Argentina de Cristina Kirchner. Neste blog não passam. Como tenho afirmado nos lançamentos do meu livro mais recente, eles não se cansam de dizer mentiras sobre si mesmos, e eu não me canso de dizer a verdade sobre quem são.



Por Tiago Chagas, para o Gospel+



quarta-feira, 22 de agosto de 2012

TENS NOME DE QUE VIVES< MAS ESTAIS MORTO

Apocalipse 3:1. TENS NOME DE QUE VIVES, MAS ESTAIS MORTO.


O CONCEITO DE “CRISTÃOS NOMINAIS” é bem conhecido, e tem se multiplicado, pessoas que não se sentem bem em uma igreja, ou o pastor não fala o que elequer ouvir, então sai e logo se sente no direito de criar um movimento religioso, e então chama isso de evangelismo ou de igreja.

Então pensa em um nome e a coloca: o problema é que o nome nem sempre costuma dizer o que realmente a pessoa ou a entidade representa.

Você deve conhecer pessoas com nome recheado de santidade, como por exemplo, Maria de Jesus dos Santos, José de Jesus Raimundo Santos João de Deus, Maria do Espírito Santo etc. Na maioria das vezes, a pessoa não tem nada a ver com os seus nomes, Assim como José Pereira, não é a arvore que dá pêra e nem Maria ferreira não tem nada a ver com ferro, existe essa mesma discrepância, entre movimentos denominacionais chamados de Evangélicos. Infelizmente essa é a triste realidade: pessoas que se dizem crentes mas estão mortas em seus delitos e pecados, Efésios 2.1. São pessoas que jamais tomaram uma decisão verdadeira e consciente de seguir a Cristo e mesmo assim tem a etiqueta de cristãos ou evangélicos. Era esse tipo de “cristão” que Tiago tinha em mente quando escreveu. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Porventura a fé pode salva-lo (Tiago 2.14) Tiago não afirma com isso que podemos ser salvos pelas obras, mas estão afirmando que uma fé sem frutos o seja boas obras, é uma fé morta, o objetivo de Tiago não era contender com Paulo a doutrina da justificação pela fé verdadeira, mas sim os advertindo a favor dessa doutrina tão importante, Tanto Paulo quanto Tiago definem a fé como uma confiança viva e produtiva em Cristo Jesus. Paulo diz muito bem ( romanos 3.5-8) As obra do cristão são frutos do espírito, e nunca vai de encontro com a justiça de Deus mas se for diferente é obra da carne, e Paulo diz ( E se a nossa injustiça for causa da justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto trazendo ira sobre nós? ( Falo como homem) De maneira nenhuma! Doutro modo, como julgará Deus o mundo? Crer por crer é tão vazio quanto um vácuo, e Tiago vai mas alem quando pergunta “crês, tu, que há um só Deus? Fazes bem ; também os demônios o crêem e estremecem ( Tiago 2.19. Eles acreditavam que havia apenas um Deus, mas apesar disso, Tiago está dizendo que se não produzissem as obras que significariam o fruto do Espírito eram igual o pior do que o monoteísmo dos demônios, Será que hoje não está igual os tempos de Paulo e Tiago. Quantas pessoas não continuam como eram antes, ou até pior, por causa de um falso evangelho. pregado por quem não tem compromisso com o Reino de Deus, Paulo nos dá um belo exemplo quando escreveu aos Romanos dizendo (Jesus Cristo Nosso Senhor, por intermédio de quem viemos a receber graça e o apóstolo por amor do seu nome, para obediência por fé, entre todos os gentios, Romanos 1.4 e 5. Ai vemos que importa, não somente aprender uma doutrina cristã intelectualmente, mas obedecer a palavra, confiar, crer no Senhor Jesus Cristo, arrepender-se e segui-lo, e esse é apenas o começo do discipulado.

A fé verdadeira será reconhecida pelas obras,

Tiago questiona seus destinatários, apresentando-lhes dois exemplos, ( Não foi por obras que Abraão o nosso pai foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o seu próprio filho Isaque? ... De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e o fez partir por outro caminho, Tiago 2.21,25. Tiago usa dois extremo em matéria de ser humano, Abraão sempre procurou uma vida integra, enquanto Raabe era uma prostituta pagã, que não tinha nem o direito de entrar na cidade, a qualquer hora, Ela creu que Deus havia dado Canaã aos Israelitas , creu e agiu ajudando os espias.

Hoje o que mais precisamos fazer é vigiar e orar, para que a Palavra de Deus ouvida e falada traga conseqüências praticas à nossas vidas.

Abraão agiu básiado no que lhe fora dito pelo Senhor cerca de Isaque. E Raabe também agiu mediante o que escutara, a cerca do povo de Israel,

Igual a Raabe somos defrontados todos os dias com mesma decisão, caminhar com a maioria, ser amigo do mundo e deixar que o espírito da época atual nós condicione a pensar, falar, andar e agir,, ou abrimos nossos corações ao espírito santo, que continua batendo e dizendo eis que estou a porta e bato (apocalipse 3.20) A decisão sempre é nossa, essa é a grande encruzilhada onde temos que decidir diariamente, Ouvimos a voz do Espírito Santo abrindo o coração para que ele entre ou segumos o conselho dos ímpios como fazem a maioria.

Lembrando que quando decidimos seguir a Cristo, temos a maioria testemunhando contra nós, tentando transformar as nossas boas obras em escandalosas mentiras, como fizeram com o próprio Senhor Jesus.

O verdadeiro evangelho é aquele que transforma, é o evangelho de amor, não fica apontando erros, ele limpa o pecador fazendo com que ele mesmo confesse e deixe-o, o verdadeiro evangelho é o evangelho de boas obras, não busca apenas o seu interesse, mas pratica a caridade, e esta a uma das grandes características de quem tem o verdadeiro Evangelho, é um ramo seguro na Arvore, é um ramo que dá fruto. Mas o fruto do falso “evangelho” é a inveja e a maldade.

Tiago faz outra pergunta. ( Quem entre vós é sábio e entendido? Mostre-me pelo seu bom procedimento as suas boas obras em mansidão e sabedoria. “Tiago 3.13 e14” E continua. Mas, se tendes em vosso coração Amarga inveja e sentimento faccioso, não vos glorieis nem mintais contra a verdade, Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena animal e diabólica, Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí a confusão e toda obra má. Mas a sabedoria que vem do alto é Primeiramente PURA, depois PACIFICA, MODERADA,, TRATÁVEL, cheia de MIZERICORDIA e de bons FRUTOS, sem parcialidade, e sem hipocrisia.

E termina o capitulo três dizendo Ora o fruto da justiça semeia-se em PAZ para os que promovem a PAZ, Com certeza Tiago também está dizendo que, a inveja e maldade são fruto da injustiça



Belém 22 de Agosto de 2012.

Pr Ananias Ribeiro



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O PODER DE JESUS SOBRE O PECADO

O poder de Jesus sobre o futuro 20/08/2012


O futuro sempre nos impressiona, nossa visão é curta e limitada e por isso nos preocupamos com o futuro, os pais pensam como vão sustentar os filhos, como vão manter nos estudos com quem vão se casar, o que vão fazer na idade madura e nunca tem sossego e paz, quando os filhos são pequenos os pais almejam que fossem adultos, e quando adultos os pais gostariam que voltassem ao tempo de criança o futuro é uma noite misteriosa que cerca a vida de cada mortal, nunca chegamos a saber o que nos espera amanhã há sempre surpresas, levantamos o pé no hoje e não sabemos onde colocaremos o outra no amanhã, fazemos os planos os projetos coisas boas ou más sempre descansados na esperança e nunca na certeza Jesus redivivo, achava-se com os seus discípulos na praia do mar da Galiléia, o encontro do Senhor com os apóstolos visava a reabilitação de Pedro, os discípulos tinham trabalhado a noite toda sem nada apanhar, ao arvorecer o senhor chegou e deu-lhe ordens que lançassem a rede a direita do barco, o que fizeram apanhando 153 grandes peixes, Jesus os convido-os para comer, deu-lhes pão e peixes, a pós a refeição o Senhor Jesus três vezes consecutivas perguntou a Pedro que o negara três vezes na casa do sumo sacerdote , se o amava verdadeiramente, Pedro respondera sempre pela afirmativa, então o mestre diz a Pedro, quando eras mas moço, tu se cingia a si mesmo, e andavas por onde queria, quando porem fores velho tu estenderas a tua mão e outros te cingirá e te levarás pra onde não queres, disse isso para indicar a Pedro, o gênero de morte que lhe dariam e Pedro voltando-se viu que também ia seguindo o apostolo João, e perguntou logo a Jesus e este respondeu-lhe Jesus, se eu quero que ele permaneça até que eu volte, que te importa, muitos de nossos dias se não toda humanidade, andam preocupado com o futuro, como o apóstolo Pedro, andam inquerindo, e a este o que sucederá, olham para aparência das coisas e perdem a realidade, preocupam-se com o incerto, enchem-se de duvidas, angustiam-se e lutam desesperadamente sem qualquer proveito um é o projeto e outra é a realidade, um é o plano hoje e a concretização amanhã o aluna vai a escola com um plano para amanhã e se esquece da realidade hoje, a dona de casa vive todo seu plano de amanhã e perde a realidade de hoje, os noivos vivem os encantos do futuro, e navegam no sereno mar de rosas, quando acordam na realidade, muitas vezes há dura decepção ,A aqueles que abre uma empresa via de regras projeta seus planos para o futuro, e com o futuro se aflige, quem vai viajar intranqüiliza-se com o futuro, quem empreita a construção de uma casa aflige-se também com o futuro, com a elevação de preços de material e mão de obras, e com uma série de problemas decorrente, e com morte, a maior parte da humanidade sua frio ao lembrar-se da morte, e muitos morrem prematuramente, com a preocupação da hora da morte, e quem não se aflige com o futuro? Sempre há uma interrogação diante de nós vivemos mais na incerteza do que na certeza, vivemos aflitos e muitas vezes desesperados, a incógnita do futuro nos esmaga, e por quê? Falta-nos uma rocha onde possamos descansar o fardo de nossas preocupaçães do futuro, essa Rocha é Jesus, quando o apostolo João sentia-se inseguro e intranqüilo, quanto o futuro, Jesus estendeu sua destra de poder sobre ele e disse Eu Sou o primeiro e o ultimo, o principio e o fim, isto é o Alfa e o Omega, quando estamos em Cristo nada no preocupará nem nos atemorizará, pos com Cristo estaremos nos princípios das coisas, dos empreendimentos, dos problemas dos emaranhados da vida, e com Cristo também estaremos no fim de todas as coisas também, estaremos hoje e estaremos amanhã, estaremos na vida e na morte também, o apostolo Paulo em Romanos 8 e 28 escreveu, Todas as coisas contribui juntamente para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito, isso vale dizer que para os que estão em Cristo, não haverá surpresas e nem acasos, tudo será certo, pois Cristo é a nossa certeza, não haverá futuro por que Cristo estará conosco, e sempre será presente, não haverá mais o passageiro por que com Cristo estaremos na eternidade, olhamos é verdade, enquanto estivermos neste mundo, para o que é efêmero, mas já no plano sublime e eterno, não haverá mais derrota, por que Cristo é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, não haverá mas morte porque a morte foi tragada pela vitória, isto é Cristo Jesus, a noite do futuro se transformará, numa resplandecente Manhã as sombras desaparecerão e a Gloria do divino crucificado nos envolverá e viveremos no tempo mas, com a eternidade no coração, na morte mas, com a vida de Cristo na alma, viveremos no incerto mas com a certeza de Cristo

JESUS É A PORTA

JESUS É A PORTA. João 10. 1 a 9


O Senhor Jesus achava-se na cidade de Jerusalém, havia uma importante festa dos Judeus, operou maravilhas no meio do povo, um dos grandes milagres que Jesus operou foi a cura de um cego de nascença, a cidade de Jerusalém foi abalada nos seus alicerces pelo poder de Deus, as obras e os ensinos de Jesus atraio o povo, os judeus se sentiam abandonados, e por isso passaram a ter inveja do mestre, entre Jesus e os judeus travou-se uma calorosa discussão, entre muitas e sérias afirmações o senhor Jesus declarou, Eu sou a porta, note-se que o senhor Jesus não afirmou meia verdade como por exemplo eu sou uma porta , uma grande porta, ou uma boa porta ou uma porta famosa, mas afirmou categoricamente EU SOU A PORTA, isso vale dizer que ele estava dizendo eu sou a única porta, sim a única porta, as declarações de Jesus são sempre expressas e decisivas, Jesus nunca deixou ninguém em duvidas, no tocante a sua divindade, seus inimigos que não criam neles ficaram escandalizados com as palavras do mestre, mas, não em duvidas, e nunca em confusão, e ainda hoje os ensinos de Jesus pregam as mesma verdade com as mesmas decisães, ninguém, se engana com eles Jesus afirma e os homens tomam a decisão contra ou a favor, não importa, e essa atitude define o home em face da eternidade. Eu sou a porta, a primeira verdade que temos na famosa afirmação do mestre é a finalidade da porta, a porta é acesso, Jesus de pois de dizer eu sou a porta acrescentou, quem entrar por mim será salvo, entrará e sairá e achará pastagem, as cidades antigas eram cercadas por grossas e altas muralhas e em geral quatro enormes portas davam acesso a elas, Norte sul leste e oeste, Mas em João capitulo 10 Jesus está usando a porta para descrever os apriscos das ovelhas, e por isso disse claramente eu sou a porta das ovelhas, imaginemos pois um grande e bem seguro aprisco, num certo lugar, colocada a porta e muito bem guardada por um fiel cordeiro, ovelhas dentro dele e fora também, o pastor conhece as ovelhas, e as ovelhas conhecem o pastor, não pode haver fraudes e nem enganos, as que estão dentro são ovelhas que já se satisfizeram plenamente, com as exigências do cordeiro, e por isso estão dentro, mas pensemos nas de fora, Jesus disse se alguém entrar por mim será salvo, nas palavras de Jesus temos condições e não imposição, mas por estas palavras o homem está colocado do lado de fora do aprisco o que nos faz lembrar Adão e Eva deixando o paraíso, dando as costas ao senhor que os criara, pelo pecado que cometera, e ainda hoje pelo mesmo pecado o homem está fora do aprisco da salvação, a bíblia diz todos pecaram e separado estão da gloria de Deus, e se está fora do aprisco conclui-se que está perdido, o Senhor Jesus disse , apocalipse 22. 15 fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idolatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira.Ouviste amigo, quem é que fica do lado de fora? Você gostaria de passar a eternidade com esses companheiros? Mas amigo se ainda não aceitaste Jesus com Salvador és um pecador e teu pecado te separou de Deus, estás, portanto do lado de fora do aprisco da salvação, e se morreres assim? Segue-se daí que precisas entrar no aprisco de Jesus, só poderás entrar pela porta e a porta é Jesus muitas falsas portas se abrem para enganar os homens, uma delas é a religião, e quantas em nossos dias dizem, eu tenho a minha religião, mas Jesus disse EU SOU A PORTA, portanto a porta é Jesus e não a religião, outra falsa porta são as boas obras, muitos estão confiados a entrar no Céu por elas, a porta entretanto é Jesus e não as obras, outros entram por um falsa porta que se chama igreja, justiça própria batismo caridade, mas a porta é Jesus, e Jesus somente, outros pretende entrar no aprisco de Jesus saltando o muro, mas para quem pretende assim fazer o mestre diz esse é ladrão e salteador, o certo e único meio de entrar no aprisco é pela porta e a porta é Jesus, Pedro e João, Tiago e André, Paulo e Cornélio a mulher pecadora, e Zaqueu, e bartimeu e Dimas, e milhões de outros entraram pela única porta, Não queres também entrar por esta que é a única porta bendita que dá acesso a salvação? O próprio Jesus te convida, vinde a mim Jesus o nosso Senhor, é e quanto paga ao cordeiro nada, absolutamente nada, uma coisa apenas precisas fazer para entrar, lavar as tuas vestes do pecado, e na porta, porém há não água, mas, sangue do cordeiro, que te purifica de todo pecado e com vestes brancas, entrarás para as bodas do cordeiro

Pr Ananias Ribeiro (19 de Janeiro de 2012 ) Radio Boas Novas

sexta-feira, 29 de junho de 2012

UMA ESCOLHA SEM VOLTA Lucas 6:12 a 16,


Prezados amigos e irmãos, Uma de nossas revista semanal, de circulação nacional trouxe em sua capa uma grande manchete Perguntando , “ VALE TUDO? E a seguir fala sobre as barganhadoras alianças que os nossos representantes políticos fazem tentando alcançar o pódio eleitoreiro, isso me lembra o que disse o eis presidente Lula quando em sua campanha para presidente da República, “para ganhar esta eleição me aliarei até com o satanás,

À hora mais difícil pra se escolher alguém é justamente quando a gente está passando por dificuldades, pois quando tudo está favorável a nós estamos sempre cercados de muitos “amigos” todos querem estar conosco e nos ajudar, e é nessa hora que temos condições de escolher as pessoas para estarem junto a nós.

Entretanto , não é isso que acontece, pois quando tudo vai bem, achamos que o tempo não passa, e que não precisamos nos preocupar em escolher alguém, especial, pois tudo está dando certo e todos em volta são gente boa, de repente acontece um problema, o mundo começa a desmoronar sobre a gente e então começamos a descobrir que não temos ninguém especial escolhido para nos socorrer, e com o desespero de ultima hora vamos nos juntar com alguém , que quase sempre é rejeitado por todos também.

Jefté e Davi são dois grandes exemplos disso no capitulo 11 de Juízes lemos que Jefté um valoroso varão de guerra quando se viu desprezado pelos seus irmão, fugiu de sua casa e se juntou à um grupos de perigosos marginais, Davi é um clássico desse tipo de ação, o capitulo 22 versículos 1 e 2 diz Então Davi se retirou dali e se escapou para a caverna de Adulão; e ouviram-no seus irmãos e toda casa de seu pai e desceram ali com ele.

E ajuntou-se a ele todo homem que se achava em aperto, e todo homem endividado, e todo homem de espírito desgostoso, e ele se fez chefe deles e eram com ele uns quatrocentos homens,

Veja que esses dois homens eram homens bem instruídos e preparados para liderar, mas na hora do aperto escolheram e se juntaram a homens marginalizados e cruéis,

Creiu que o Senhor Jesus estava lembrando isso quando contou aos seus discípulos a parábola do mordomo infiel, quando o mordomo soube que iria perder o emprego, tratou de fazer amigos mesmo de maneira injusta, perdoando a metade da divida, cujo credito não lhe pertencia, então o Senhor Jesus “ elogia, não a atitude do mordomo, mas a maneira e a rapidez como ele reagiu, quando soube a má noticia, e então o Senhor diz, E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido assim e disse que os filhos das trevas são mais prudentes em suas geração do que os filhos da luz, Esse mordomo, qual jefté e os homens que se juntaram a Davi naquela oportunidade, fariam qualquer coisa para se vingarem dos seus arqui-rivais, sem pensar no futuro, fizeram escohas sem refletir,

Mas Jesus nos deu um grande exemplo, Em Lucas 6 de 12 a 16 Lemos.

E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar e passou a noite orando a Deus.

E quando já era dia, chamou a si os seus discípulos e escolheu 12 deles a quem também deu o nome de apóstolos:

Simão, ao qual também chamou Pedro, e André seu irmão, Tiago e João: Felipe e Bartolomeu:

Mateus e Tomé; Tiago filho de Alfeu, e Simão chamado Zelote; Judas filho de Tiago e Judas Iscariote que foi o traidor.

Quando lemos este texto descobrimos a maneira correta de escolher pessoas para estarem conosco, aprenderem e seguirem-no ou liderarem conosco, Jesus o Filho de Deus, quando decidiu escolher seus verdadeiros e especiais seguidores, Ele se afasta para o monte e passou a noite em oração a Deus (v 12) Ele não fez uma escolha equivocada ou insensata, a sua escolha foi sábia, prudente e correta. Ai você está dizendo, como assim? Ele escolheu Pedro que o negou, Tomé que não acreditava nele, e Judas que até o vendeu.

Deixa eu lhe dizer, Jesus não estava preocupado com Ele mesmo, Ele estava preocupado, com você e comigo, Aliais ele estava preocupado com eles também, por isso escolheu eles dando-lhes uma chance para que fossem felizes, o verdadeiro líder não escolhe as pessoas pensando nele, mas no povo que ele lidera, e Jesus sabia que aqueles, depois dos três anos aprendendo com Ele, revolucionariam o mundo, e deixariam muitos exemplos. Uns bons, para que seguíssemos outros maus para que fosse evitado. O certo é que Ele Jesus nos deu exemplo de tudo.

A se os lideres de hoje pensassem e agissem com Jesus, com certeza estaríamos melhor, tanto no âmbito humano social, como no espiritual até mesmo nós pastores, muitas vezes, erramos em nossas escolhas em vez de escolher pensando na Igreja pensamos apenas em nós ou em nossa família, mas Jesus foi diferente, Ele escolheu e tratava aquele grupo de homens pensando em nós, Jesus olhava Judas e dizia, todas as vezes que o Ananias ler esta história ele vai procurar evitar qualquer tipo de traição, Nos estamos nos aproximando das campanhas eleitorais, e já estamos vendo como estão sendo feitas as escolhas de nossos lideres, começam a ficar desesperados, e como Davi e Jefté, procuram qualquer tipo de pessoas para se aliarem, será que eles estão pensando em nós? Com certeza não, infelizmente a maioria deles não conhece o Senhor, por isso não oram, mas nós conhecemos e sabemos orar, então vamos seguir o exemplo de Jesus, não precisamos mais de escolher Judas Simão ou Tomé , Jesus os escolheu para que nós nos livrássemos deles então vamos orar ao senhor para que sejamos esclarecidos e possamos escolher pessoas que pelo menos fale a nossa língua,

Jesus não estava preocupado com Ele, Ele estava pensando em nós,

Cuidado Jesus disse que ficarão de fora junto com os cães feticeiros idolatra prostitutos, homicidas e idolatra, todos os que amam e pratica a mentira, você não mente mas se apadrinha ao mentiroso está correndo perigo , e Jesus vem Depressa.

Belém 228 de Junho de 2012 RBN. Pr Ananias Ribeiro