quinta-feira, 19 de março de 2015

Um Mundo, Uma Crise, Uma Moeda Corrente

Um Mundo, Uma Crise, Uma Moeda Corrente
Wilfred Hahn
Ordem mundial protelada ou um desvio?
Uma nova ordem mundial? Dificilmente pareceria que sim. Admitimos que o globo tem estado um tanto desorganizado. Pânico e ações desesperadas definem melhor os tempos por toda parte, não a ordem e os soldados rasos. Em determinados momentos, pode-se pensar se já chegou aquele dia sobre o qual foi profetizado, no qual as pessoas jogarão suas pratas nas ruas (Is 2.20; Ez 7.19). Entretanto, aquele colapso final profetizado ainda não está aqui; as profecias de Ezequiel e de Isaías se referem a condições que ocorrerão nos últimos estágios da Tribulação, provavelmente mais perto do tempo do sexto selo.
Em minha opinião, a CFG (Crise Financeira Global) será um importante ponto de partida para a futura coalizão dos dez reis mencionados no Apocalipse que, durante uma hora, darão autoridade ao Anticristo. Este é o ponto extremo e o objetivo diabólico do globalismo que a Bíblia profetiza. A intenção da humanidade ao buscar “o céu na terra” deve chegar a este fim. Tal conclusão é inevitável à religião. Se a prosperidade material é a rota com a qual se concorda para chegar à paz mundial – esta sendo a agenda humanística – então tudo o mais estará comprometido com esta finalidade. Grandes crises globais certamente são expedientes para forçar um consenso e acelerar a velocidade para aquele ponto de destino.
Como esta é a cosmologia básica da profecia bíblica com respeito ao globalismo, devemos parar de comentar sobre a histeria “cristã” que tão freqüentemente é dirigida a este tópico.
A futura ordem mundial única
Montanhas de papel e oceanos de tinta já foram gastos nas especulações dos detalhes exatos, das pessoas e dos planejamentos futuros das elites globais que estão dirigindo o processo do globalismo mundial. Este autor preferiu ficar longe dessas especulações e da freqüente histeria associada a este tópico em geral. Ele não é necessário nem proveitoso. Logicamente, se você gosta de romances de ficção, ou simplesmente tem fascínio por teorias da conspiração, tem liberdade para se dar a esse direito. No que se refere à coalizão de poder mundial final dos dez reis, nada mais precisa acontecer a não ser que dez nações se unam com poder suficiente para dar ao Anticristo, permitindo a ele que subjugue os negócios mundiais e inicialmente coloque em vigor as propostas de paz. Embora seja verdade que os “sinais dos tempos” em geral, com respeito à rápida tendência de globalismo, sejam claramente observáveis hoje, não é provável que já encontremos um gráfico organizacional bom e nítido definindo o andamento de uma ordem mundial em desenvolvimento ou o surgimento dos últimos dez reis.
Muito sobre a vindoura ordem mundial escrito hoje é inventado e sensacionalista e pode nos atrair para um perigoso erro.
Nesse sentido, muito sobre a vindoura ordem mundial escrito hoje é inventado e sensacionalista e pode nos atrair para um perigoso erro. Por quê? Considere a identidade e a natureza do inimigo. Ele não é um mero ser humano. É importante nos lembrarmos de que “...a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12). Se deixarmos de considerar essa hierarquia organizada de adversários espirituais nos assuntos das pessoas, o mundo enganosamente impedirá a nossa visão. Simplesmente analisar o que é visto ou lido nos jornais também não produzirá uma conclusão correta. Afinal, é esta recusa em ver além do âmbito físico tridimensional que fundamenta a cegueira que vemos hoje na maioria dos campos de atividade humana, especialmente na economia e na geopolítica. Portanto, os responsáveis pelas questões mundiais “...não sabem os pensamentos do Senhor, nem lhe entendem o plano que os ajuntou como feixes na eira” (Mq 4.12).
A seguir, reconhecemos que existe uma armadilha cuidadosamente planejada, dos últimos dias, a caminho, armadilha que vem se desenrolando há um longo tempo e levada adiante, sendo cada vez mais incrementada, por milhares de pequenos anticristos, pelo passar dos séculos (1 Jo 2.18; 4.3). E, de fato, se uma armadilha está sendo preparada, deve haver então tanto um “armadilhador” quanto um “armadilhado”.“Cairá a ave no laço em terra, se não houver armadilha para ela?” (Am 3.5). Amós chega a uma conclusão simples de que, se uma armadilha é montada, então deve haver uma presa em vista. Já ficou estabelecido que há uma armadilha. Quem é a presa? A Bíblia nos informa claramente que há dois recipientes separados (mas inter-relacionados) das promessas de Deus: a Igreja e Israel. Esses dois, tanto corporativamente como seus membros como indivíduos, são o alvo.
Finalmente, devemos reconhecer que existe uma inteligência muito capaz, um articulador diabólico, um acusador dos irmãos, um perseguidor dos fiéis, um inimigo de Cristo, em ação: o adversário mestre, que é o próprio Diabo. Portanto, o desvio, a distração e o engano são estratégias chave que devem ser percebidas com antecedência. Se os planejamentos nefastos e maus fossem tão óbvios ou ostensivos, Satanás não poderia facilmente armar uma armadilha enganosa e efetiva para o mundo.
Isto se encaixa no caráter geral dos últimos dias, a saber, os nossos tempos. A Bíblia diz que o mundo todo é tomado pelas trevas nos últimos dias, especialmente durante o período da Tribulação. Uma série de profecias alerta-nos para essa característica do período do fim. “Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos” (Is 60.2). “Não será, pois, o Dia do Senhor trevas e não luz? Não será completa escuridão, sem nenhuma claridade?” (Am 5.20). As trevas e o mal são marcas desses tempos. O mal espreita sob a cobertura das trevas e o caráter do mal é agir na escuridão. “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras” (Jo 3.19-20).
Embora a Europa tenha se unificado de uma forma notável durante os últimos cinqüenta anos, a coalizão final das dez nações ainda não é óbvia.
Dadas tais condições do final dos tempos, é de se duvidar que fôssemos capazes de ver uma coalizão de dez reis se formando, certamente nada tão óbvio quanto uma estrutura governamental global monolítica ou uma única moeda corrente mundial. Embora a Europa tenha se unificado de uma forma notável durante os últimos cinqüenta anos, a coalizão final das dez nações ainda não é óbvia, certamente não é identificável em detalhes exatos. Embora nos sintamos pressionados a declarar uma resposta segura a muitas questões em aberto que ainda permanecem com relação à profecia do final dos tempos, não devemos fazer isso. Conclusões erradas podem levar a um mal maior e, pior de tudo, a uma vulnerabilidade grave e a uma cegueira letal para os acontecimentos que estão em andamento que podem estar bem debaixo do nosso nariz. É melhor continuar observando, discernindo as estações e permanecendo aberto a fatos comprovados, tanto antigos quanto atuais e o que a Bíblia revela de fato, nada mais.
Potencialmente, as interpretações mais enganosas das profecias do final dos tempos são aquelas que concluem que determinados acontecimentos devem ainda ocorrer, portanto, concentrando-se no cristão do futuro e não em sua atual preparação para o retorno de Cristo. Pode ser um ponto sutil, mas é muito importante. As teorias globais de conspiração, a vindoura nova ordem mundial e a moeda única para o mundo são todos temas que podem ter um papel de invocar a histeria, distraindo-nos de nosso enfoque adequado.
A moeda corrente única de fato já foi lançada
Já estamos muito avançados nos últimos dias. Não precisamos ser distraídos por eventos aguardados com relação às profecias. O retorno iminente do Senhor não é impedido por nenhum pré-requisito como acontecimento futuro. Embora o conceito de iminência signifique que o Senhor pode aparecer a qualquer momento, ainda que isso não seja tecnicamente correto, podemos dizer que Sua vinda é agora mais iminente do que nunca!
Todavia, é provável que a linha escatológica do tempo seja muito depois do que cremos. Neste sentido, há uma afirmação que se pode fazer de que o globalismo já avançou além do que possamos perceber, de forma que a Tribulação possa começar a qualquer momento.
Contudo, um acontecimento proeminente que muitos observadores afirmam ser necessário para precipitar determinados eventos do final dos tempos é o aparecimento de uma moeda corrente global. Esta é uma tentativa de desviar o assunto. Efetivamente, uma moeda corrente mundial única já existe. Você pode estar surpreso por ouvir este último comentário: o mundo já funciona como se tivesse uma única moeda corrente padrão. Como assim? Considere que virtualmente 99,9 por cento de todo o fluxo monetário entre fronteiras do mundo hoje são realizados por grandes instituições financeiras, bancos centrais, grandes fundos de pensão, fundos fechados de cobertura (hedge funds) e corporações. Para esses “importantes personagens”, o dinheiro já é líquida e certamente “dinheiro global”. Para aqueles que estão fora desse sistema, ele pode parecer confuso e complicado. Mas, na verdade, um sistema financeiro mundial firmemente interconectado funciona virtualmente através de todas as moedas correntes. Ainda há moedas separadas no nome, mas tudo é parte de um sistema monetário global. Vale a pena fazermos uma explicação breve sobre como isto funciona.
Você pode ficar surpreso ao ouvir este comentário: o mundo já funciona como se tivesse uma única moeda corrente padrão.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Bank of International Settlements(BIS), aproximadamente 90 por cento de todas as transações em moedas envolvem apenas dez moedas correntes. Todas essas moedas podem ser cobertas, trocadas, ou fixadas em um longo futuro através do uso de vários instrumentos financeiros sofisticados. Por exemplo, essas facilidades permitem que corporações multinacionais movam as peças do seu xadrez financeiro por todo o mundo como se houvesse apenas uma moeda corrente.
Onde está a evidência? Algumas fontes excelentes estão disponíveis ao público. Vários relatos desse tipo são fornecidos pelo BIS. Por exemplo, uma vez a cada três anos, essa agência publica um relatório sobre o comércio mundial de moedas correntes. O que esses relatórios revelam? Primeiro, que o câmbio de moedas estrangeiras é a maior, verdadeiramente enorme, atividade financeira dentre todos os tipos do mundo inteiro. Em 2004, mais de $1,9 trilhões em moedas correntes foram cambiados todos os dias úteis da semana. Certamente esses números aumentaram amplamente desde então.
Contudo, no início dos anos 1970, essas transações eram responsáveis por apenas US$ 18 bilhões por ano. Imagine! Hoje, no máximo trinta e cinco anos mais tarde, essa quantidade de câmbio é feita a cada treze minutos – um volume que cresceu 27.500 vezes em pouco mais que três décadas. (Esta é uma quantidade equivalente a mais que doze vezes o produto econômico mundial total do ano inteiro!)
O que vemos em ação nos mercados de câmbio internacionais hoje tomou forma muito rapidamente, acelerando marcadamente depois de 1970. Quando eu era um jovem diretor de pesquisas para uma importante empresa de Wall Street, fui alertado com relação a essas tendências muito cedo, simplesmente ao ler os relatórios disponibilizados pelo BIS e por outras organizações transnacionais. Já em meados dos anos 1980, a grande arquitetura tomando forma podia ser discernida. Observando essas rápidas tendências, lembrei-me quão estupefato fiquei. O que vem acontecendo desde aquele tempo é simplesmente espetacular, fazendo com que as tendências daqueles dias lá atrás se pareçam com meras gotas no oceano.
Discernindo entre floresta de dinheiro e árvores
Será que é provável que o mundo algum momento presencie a moeda corrente mundial única, significando aquela moeda corrente óbvia que podemos chamar pelo nome e depositar em um banco 24h em qualquer lugar do mundo? Em minha opinião, é certamente possível, mas não é necessário. Um sistema financeiro globalizado já está interconectado como se estivesse operando com uma única moeda padrão. Portanto, ficarmos com uma idéia fixa sobre a moeda mundial única e soarmos o alarme todas as vezes que há um relatório sobre um plano de unificação da moeda provoca um desvio da questão mais importante.
Alguém pode argumentar que uma moeda única é um indicador óbvio demais da hora avançada dos processos do final dos tempos. Será que Satanás permitiria que seus artifícios enganosos fossem tão transparentes, até mesmo para pessoas sem discernimento e não espirituais? Nessa visão, uma moeda única seria algo óbvio demais, o que não é necessário, em todo caso. No entanto, uma pessoa pode certamente viajar o mundo todo como se a moeda fosse única. Simplesmente vá a uma máquina de banco 24h em Tóquio ou em Tel-Aviv (ou em quase todas as cidades mais importantes do mundo) e a máquina vai convenientemente repassar a você notas de yen ou shekel, respectivamente, debitando em sua conta bancária em sua moeda local. Efetivamente, seu cartão de crédito ou de débito já funciona como uma moeda comum.
Na maioria, os “grandes” participantes financeiros gostam do sistema do jeito que ele é agora. Transações de câmbio entre as moedas existentes geram altos rendimentos para as instituições financeiras. Mais importante ainda é que um sistema de muitas moedas permite uma maior reserva financeira para manipulação e jogos nefastos a serem praticados ao redor do mundo.
Será que nós veremos a contínua convergência no número de moedas correntes no mundo? Isto é bem possível. Muitas novas moedas estão no quadro de desenhos. Por exemplo, os seis membros do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) quiseram formar uma moeda única, o khaliji, embora nos últimos momentos os Emirados Árabes Unidos tenham retirado seu apoio. Desde então eles acharam necessário adiar esses planos. Também, uma série de nações asiáticas concordou em acelerar seus planos para formar uma moeda comum. Poderíamos dedicar muitas páginas para documentar outros planos semelhantes ou os pontos de vista favoráveis de vários legisladores globais e economistas. Talvez, de maior significação nos tempos recentes seja a iniciativa das nações do G20 (Grupo dos Vinte) de expandir o uso do DES (direito especial de saque). Esta é uma unidade de princípios teóricos de contabilidade do Fundo Monetário Internacional que há muito representa um tipo de moeda única. Poderia esta ser a nova moeda única do mundo? Em certo sentido, já é, tendo sido apresentada pela primeira vez em sua forma atual em 1969.
Se você estiver aguardando uma nova ordem mundial monolítica ou uma moeda única, seus olhos podem estar fora da ação real.
A despeito do aparente empurrão para harmonizar as moedas correntes, hoje há, na verdade, mais moedas e bancos centrais no mundo do que havia cinqüenta anos atrás. Aproximadamente duzentas moedas diferentes ainda existem. Mas, há um sistema que funciona como uma moeda única mundial de fato? Definitivamente que sim. Existe um sistema de moeda única mundial em funcionamento que é mais do que adequado como ferramenta para uma coalizão de dez nações com o qual se pode ameaçar o mundo.
Tudo que é necessário, neste aspecto, para os acontecimentos dos últimos dias já está operativo exatamente agora. Se você estiver aguardando uma nova ordem mundial monolítica ou uma moeda única, seus olhos podem estar fora da ação real. Você precisa ser como Didi e Gogo da famosa peça de teatro de Beckett, inutilmente esperando que Godot chegasse. Esses acontecimentos não são apenas especificamente desnecessários profeticamente, mas os acontecimentos de real importância podem estar em uma forma inteiramente diferente do que a maioria das pessoas está esperando. Como é a nossa esperança, em todo caso, estamos esperando por algo muito diferente disso tudo: o retorno de Jesus Cristo, que permanece iminente.
Pensamentos para ponderar
Deus nunca permitirá à humanidade dar a desculpa de não ter conhecido a verdade da Sua existência. Ele revela mais àqueles que O buscam e que procuram conhecer a verdade. É o grande prazer de Deus que essas pepitas adicionais da verdade fiquem parcialmente escondidas. Elas são como pérolas preciosas reservadas para os que buscam e pelos de Beréia e não devem ser jogadas diante de escavadores e pensadores relaxados.
O fato estimulante é que toda a informação necessária para entendermos nossos tempos está mais disponível hoje do que jamais esteve. Tudo de que precisamos é um pouquinho de investigação e bom senso. E, temos o imperativo bíblico para fazer assim:“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Ef 5.11).
O mundo se apega obstinadamente a uma crença no progresso humano sem Deus a despeito dos reveses das guerras mundiais recorrentes, dos desastres naturais, das repetidas atrocidades humanas e das quedas dos ídolos dos sistemas monetários e econômicos.
Todas as realizações do homem – a tecnologia (técnicas de produção, aumento da produtividade) e o acúmulo de riqueza – não são simplesmente resultado do nosso esforço e determinação. Deus é o autor de toda a criação, seus ciclos, suas propriedades naturais, tanto do que há no mundo quanto embaixo da terra e todas as possibilidades da tecnologia. A tecnologia e os sistemas financeiros possuem seus bons usos. Ao contrário, o coração do homem é o problema – a atitude idólatra de autodeterminação e de independência de Deus.
A tecnologia e os sistemas financeiros possuem seus bons usos. Ao contrário, o coração do homem é o problema.
Finalmente, as escolhas da humanidade serão julgadas. Um período de tribulação está adiante. Depois dele, vem a restauração. Isaías confirmou algumas das condições para depois desse tempo. Por exemplo, o sistema monetário baseado na Babilônia será destruído e“Nunca, jamais será habitada, ninguém morará nela de geração em geração” (Is 13.20); o governo das elites e dos ímpios terminará (Is 14.5); condições de paz prevalecerão (Is 14.7) e nenhuma atividade voraz destruirá a terra em sua busca por lucros (Is 14.8).
Aqueles que crêem no Deus de Israel e aceitam o dom da salvação através de Seu Filho cantarão em alta voz: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor!” (Ap 5.12).
E, definitivamente, o mundo está procurando um salvador campeão neste exato momento. Assim alardeia o título de uma recente reportagem econômica: “China: o Salvador do Mundo!”[1] A capa da revista Forbes recentemente proclamou em alta voz o título: “O Capitalismo Nos Salvará!” Um famoso jornalista escreveu recentemente: “Estamos salvos. Em meio aos entulhos dos mercados financeiro mundiais, podemos captar uma visão dos fundamentos de uma nova ordem internacional. A grande lição da crise foi aprendida: não podemos escapar de nossa dependência mútua”.[2]. Estes comentários revelam que o mundo está procurando por um salvador econômico, não o Eterno.
Procuramos nosso Salvador em todos os lugares. O apóstolo Paulo disse aos filipenses:“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.20-21).
Enquanto o mundo debanda em direção a uma maior interconectividade global e a estados extremos de idolatria comercial em sua busca pela segurança dos grãos e do pão, ele ignora completamente o verdadeiro pão. “Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo” (Jo 6.33). “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente” (Jo 6.51). (Wilfred Hahn - 


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

DINHEIRO, SERVO OU SENHOR?

 DINHEIRO, SERVO OU SENHOR?   MATEUS  Cp 6.vs  19 a 34
Não ajunteis tesouro na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem e onde os ladrões minam e roubam.Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem e onde os ladrões não minam e nem roubam.Porque onde estiver o vosso tesouro aí estará também o vosso coração
Como seria a vida se nós fizéssemos como Jesus ensinou?  Se seguíssemos o seu plano, com certeza o plano de Deus para a sua  Igreja é o grande sucesso de todos nós. Quando ele disse buscai em primeiro lugar o reino dos céus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas, Mateus 6.33  Ele estava dizendo que o nosso sucesso, está em fazer o que Ele mandou,  Em marcos 16.15 Jesus explicou o que queria que nós a sua igreja fizéssemos   Ele mesmo disse Ide pregai o evangelho a toda criatura, esse é o segredo do sucesso, quando pregamos o evangelho puro e sem  rodeio, estamos pregando libertação, pois o evangelho liberta os oprimidos , quando o homem  é liberto, ele passa a amar  a Deus e não o dinheiro, Antes de conhecer e amar ao Senhor ele amava o dinheiro ,(mamom)  Como disse Jesus, o seu coração está onde está o seu tesouro, e por isso o dinheiro é o seu senhor, mas quando a palavra entra no coração e na mente do pecador a sua mente fica  limpa e esclarecida e então ele (pecador)  passa ter uma vida diferente, o dinheiro que antes era o seu senhor passa ser seu servo ou seja, passa agora a fazer parte do trabalho de Deus, em Lucas 6.38 Jesus disse Daí e dar-se-vos-á e ainda continua a medida recalcada e sacudida, essa é a doutrina  que o Senhor mandou ensinar, as nações, em Mateus 28.19,e quando o crente é ensinado dessa maneira, ele passa a ser fiel a Deus nos dízimos e nas ofertas sem ser preciso, ouvir historinhas mentirosas, para ser convencidos a ofertar ou dizimar, pois a fidelidade do crente é o sinal que seguirão os verdadeiros filhos de Deus.  O dinheiro deve ser nosso servo e não o senhor Alguém disse “ o dinheiro quando servo é ótimo, mas quando senhor é perverso e péssimo, No livro de Eclesiastes no capitulo 6 o rei Salomão, o homem mais rico de todos os tempos  deixou claro  que o poder, a gloria e a riqueza humana e os prazeres desta vida não são eficazes para satisfazer a alma.
Em 1ª Timóteo 6.10  Paulo diz  que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, quem ama o dinheiro vive pra ele, sofre por ele e mente por ele, não são poucas as vezes que vemos e ouvimos mentiras em forma de testemunhos mirabolantes nos púlpitos de igrejas , por pregadores de prosperidades,  que também são escravos do dinheiro,mentem, para arrancar até o ultimo centavos das bolsas dos seus  insensatos fies desavisados e sem doutrinas, Alias , hoje o que se vê é uma onda de pregadores que procuram versículo isolados par usar seus instintos enganadores , como políticos corruptos, prometendo fazer o que jamais podem fazer, você pode está dizendo mas não é Deus que faz? Sim é Deus, mas está escrito Deus não ouve oração de pecadores e se ele está mentido, está pecando e deus não lhe atende, lembra dos profetas de baal? , eles clamaram e até se mutilaram, mas nada aconteceu, è claro que Deus tem bênção pra todos nós, mas tem  condições  para recebermos, Jesus disse quem houve as minhas palavras e as praticas compará-lo-ei ao home prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha, e o Salmista disse aos que confiam no senhor serão como o monte de Sião que não se abala mas permanece para sempre.salmo 125.1.
O Senhor primeiro liberta da escravidão, instrui, guia, protege e então abençoa,  foi o que fez com o povo de Israel, primeiro libertou da escravidão do Egito, depois instruiu mostrando como deveriam seguir.
No capitulo 15 de Êxodo no verso de numero 26 nos lemos Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares 0os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nem uma enfermidade porei sobre ti, que pus sobre o Egito. Porque eu sou o Senhor que te sara. Deus colocou sobre eles uma nuvem de dia e uma tocha de fogo a noite, debaixo dos quais não faltava nada, significa que enquanto estamos fazendo a vontade de Deus estamos debaixo de sua proteção, e se estamos debaixo de sua proteção não nos falta nada, mais adiante em 2ª crônica cap 7 versículo 14   O Senhor volta a afirmar ao rei Salomão dizendo se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra, veja que as benções de  Deus tem condições para recebermos, não podemos simplesmente sair oferecendo-as sem nenhum critério, mesmo por que elas não são nossas, são de Deus e ele não é injusto para entregar a quem não merece, No deserto quem estava debaixo da nuvem, de dia e da coluna de fogo a noite alem da proteção tinham café da manhã almoço e janta,  eram felizes e nada lhes faltava mas os que saiam pagavam um alto preço, muitas vezes com a própria vida.
 João Batista o primeiro evangelista que o mundo conheceu, pregava e ensinava dizendo que o povo deveria primeiro se arrepender para depois herdar as dádivas do reino, as coisas do pai são dos filhos, legítimos e não dos bastardos, e Deus não tem bastardos, tem filhos, e João Batista ensina como podemos nos tornar filhos, ele disse, mas todos quanto receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crerem em seu nome, João 1.12, Jesus nos deu uma bela lição na conversa com Nicodemos em João 3. Ele começa dizendo,Na verdade na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus, quando Nicodemos quis argumentar , Jesus foi categórico dizendo, é necessário nascer de novo! Primeiro temos que nos tornar filhos, para depois termos o direito nas benções, pois elas são heranças, e herança é pra filhos, Quem tem a certeza de ser filho não precisa se preocupar, não anda correndo de campanha em campanha atrás das benções ele sabe que elas vão vir aonde ele estiver, no capitulo 14 e versículo 21 Jesus disse: Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama, e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele, e no verso de numero 23 Ele diz: se alguém me ama guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada, veja quão maravilhoso é amar o Senhor e fazer a sua vontade! Amados irmãos e amigos as benções de Deus estão ao alcance de todos,  o único segredo para ser alcançadas por elas é fazer o que Deus quer, nas ultimas recomendação de Jesus  ele disse Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura, quem crer e for batizado será salvo mas quem não crer será condenado.
E estes sinais seguirão aos que crer, em meu nome expulsarão demônios, falarão novas línguas, pegarão em serpentes, e se beberdes alguma coisas mortífera não lhes farão dano algum e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão,  Veja que as ultimas palavras de Jesus mostra-nos que as benções, curas e milagres são conseqüência do ensinamento do evangelho, que leva ao homem arrepender-se, humilhar-se e converter-se, quando isto acontece o homem, deixa de correr atrás das benção, não corre atrás de pregadores promesseiros, ele fica no lugar certo e as benções é que vão onde ele estiver  Prepare-se arrependa-se humilhe-se e não corra atrás de benção elas vão lhe alcançar Lembrem-se " O dinheiro com servo é muito bom, pois  ele ajuda em tudo e muito bem, mas, como senhor ele é muito mau alem de escravizar destrói e leva ao inferno dai porque Paulo disse "O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males" ( 1º Timóteo 6:10)
Belém 25 de Outubro de 2012  Pr Ananias Ribeiro


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A Hora da Verdade Sobre o Islã

O Que é Ser Fanático?

Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo?
Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]
Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?

Terrorista e Prêmio Nobel da Paz

Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!

Recompensas no Paraíso

Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.

Uma Religião Fundamentada na Violência

É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.
Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo.
Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.

Preconceito Religioso?

Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.
O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.

E Agora, o Que Deve Ser Feito?

Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Onde matar faz parte da religião

Um estudo governamental de 288 páginas a respeito da escola islâmica "Academia Fahd" em Bonn, na Alemanha, revelou uma realidade assustadora: seus livros didáticos transmitem doutrinas islâmico-fundamentalistas e até o assassinato é incentivado.
Ao traduzir vinte livros escolares da academia, freqüentada por 450 alunos, os pesquisadores descobriram que os textos justificam o assassinato e ensinam o ódio aos infiéis. Um trecho do relatório diz: "Matar não é tabu e é considerado necessário quando exigido pela fé. Apesar de toda a ênfase no caráter pacífico do islã, o ódio aos infiéis torna-se um alvo pedagógico evidente". Aos alunos de seis a dezoito anos é "literalmente inculcado que o islã e todos os muçulmanos desde as Cruzadas tiveram sua existência ameaçada pelos judeus e pelos cristãos", prossegue o relatório. Conforme o estudo, a prioridade da escola seria, portanto, preparar os alunos para a luta contra os inimigos.
Os jovens são instruídos, como se verificou, a respeito da "virtude do martírio" na luta religiosa e nacionalista. Eles aprendem sobre o "auto-sacrifício na batalha contra os infiéis". Um livro-texto da sexta série diz acerca de um mapa da Europa, Ásia e África: "Esta é sua comunidade islâmica..., repleta de jihad,perfumada pela fragrância dos sacrificados". Os sacrificados seriam os "heróis mortos".
Nos livros de religião, a competência da legislação secular é rejeitada por princípio, conforme constataram os pesquisadores. Na ótica dos textos escolares islâmicos, ela seria "um ídolo que exige uma veneração que cabe apenas a Alá".
Desde o primeiro ano primário os alunos são doutrinados a obedecer incondicionalmente à religião islâmica e a assumir compromissos "com seus líderes políticos e espirituais", diz o estudo. Sobre o mundo fora do islã "não se lê praticamente nada".
Os analistas chegaram à conclusão de que "as metas pedagógicas... estão fortemente marcadas por uma postura religiosa-nacionalista agressiva e por uma pedagogia de ameaças, que não permite qualquer tolerância com não-muçulmanos".
O futuro da escola parece incerto. Autoridades federais alemãs descobriram que há extremistas islâmicos agindo nela, e estão prestando atenção especial ao que acontece no estabelecimento. Porém, seu fechamento não faz parte dos planos imediatos do governo alemão. (Focus)
O Novo Testamento tem aproximadamente o mesmo volume que o Corão, mas enaltece e ensina o amor ao próximo, inclusive pelos inimigos. Em lugar algum ele conclama à violência. Ao contrário, ele até ensina que devemos abençoar os que nos amaldiçoam e não dar lugar à ira. O cristão deve tentar ganhar os outros para Cristo através do amor e do testemunho, propagando o Evangelho pelo mundo. Ele não deve fazer diferença entre raças, origem, cultura, ideologia ou religião; é exortado a amar a todos da mesma maneira, ajudando e honrando-os.
Houve épocas em que o cristianismo não agiu assim – por exemplo, nas Cruzadas ou durante o nazismo. Entretanto, os envolvidos não tinham base verdadeiramente bíblica para suas ações. Eles não podiam se apoiar nos ensinos do Novo Testamento, dos apóstolos ou do Senhor Jesus e, por isso, também não merecem ser chamados de cristãos, conforme os padrões bíblicos. Segundo os ensinos do Novo Testamento, existem diferenças entre os seres humanos que devem ser observadas, mas no que diz respeito à posição em Jesus, à salvação ou à esperança da glória, há absoluta igualdade de direitos não encontrada em qualquer outra religião.
Os radicais e terroristas islâmicos apóiam-se inteiramente no conteúdo do Corão e nas declarações e ações de Maomé. Enquanto a Bíblia ensina o amor, exorta os homens nesse sentido e busca sua transformação, o Corão prega o ódio às pessoas de outras crenças e impele seus seguidores a praticar esse ódio. Os que não crêem no Corão podem ser perseguidos e assassinados em nome de Alá. Sob a invocação do Corão, as mulheres são oprimidas e espancadas, garotas são proibidas de estudar e países estrangeiros, de cuja hospitalidade os muçulmanos gostam de usufruir, têm desrespeitadas e desobedecidas suas leis. Para os muçulmanos, pessoas de outras crenças merecem apenas o ódio e a jihad, a "guerra santa". Enquanto os cristãos verdadeiros, que seguem a Bíblia, construíram uma rede mundial de assistência social que leva aos necessitados não apenas o Evangelho mas também auxílio prático como alimentação, abrigo, serviços médicos e ensino escolar, o islã explora e oprime as pessoas nos países que domina.
O islã odeia tanto cristãos quanto judeus, pois ambos têm o mesmo Deus. Com uma cerca de segurança, Israel procura proteger-se dos ataques dos terroristas sanguinários e de sua ânsia de matar. Eles não recuam nem diante da possibilidade de fazer vítimas entre sua própria população. Quanto mais pessoas do lado inimigo forem mortas, maior a satisfação deles. A barreira de segurança, apesar de todas as críticas, reduziu drasticamente o número de atentados. Entretanto, ao invés de criticar os terroristas, o Ocidente parece não ter nada melhor a fazer do que questionar a cerca e tentar obrigar Israel a derrubá-la. Em outras palavras, o mundo ocidental prefere ver ainda mais vítimas inocentes do lado judeu do que mandar os muçulmanos cessarem os atos terroristas. A Índia também está construindo uma cerca semelhante na disputada região da Caxemira para impedir a entrada de terroristas vindos do Paquistão, mas isso não parece interessar a ninguém.
No momento, muitas crianças palestinas com idades entre sete e quinze anos são treinadas para a luta nos chamados "acampamentos de verão" organizados por diversos grupos terroristas. Nesses acampamentos as crianças aprendem, por exemplo, como atacar e matar colonos judeus. Alguns canais de TV em diversas partes do mundo divulgaram documentários a respeito. A estação saudita "Al-Arabiya" e o "Jerusalem Post" noticiaram os mesmos fatos. Mas ninguém da União Européia (UE), nem da ONU, nem das organizações de direitos humanos, nem do Tribunal Internacional de Justiça de Haia se manifestou a respeito. Nosso consolo diante de tantas injustiças são as firmes promessas de Deus a Israel: "Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai nas terras longínquas do mar, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor, ao seu rebanho" (Jr 31.10). "Jerusalém me servirá por nome, por louvor e glória, entre todas as nações da terra que ouvirem todo o bem que eu lhe faço; espantar-se-ão e tremerão por causa de todo o bem e por causa de toda a paz que eu lhe dou" (Jr 33.9). (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br)

Islã Significa Submissão

Islã Significa Submissão

O que leva muçulmanos a morrerem em nome de Alá, explodindo a si mesmos e a outras pessoas? Por que os muçulmanos têm o direito de construir livremente quantas mesquitas quiserem em países democráticos, enquanto os cristãos e judeus não podem edificar igrejas ou sinagogas em países muçulmanos? Existem mais de 200 passagens do Corão conclamando os muçulmanos à luta contra cristãos, judeus e não-cristãos. A palavra islã significa submissão a Alá, submissão à sua vontade. Abaixo apresentamos algumas das passagens do Corão que ajudarão a encontrar respostas para as perguntas citadas:
"E matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os... matai-os(cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes" (Sura 2.191).
"...Não tomeis amigos entre eles até que emigrem para Deus. Se virarem as costas e se afastarem, capturai-os e matai-os onde quer que os acheis. E não tomeis nenhum deles por confidente ou aliado... capturai-os e matai-os onde quer que os encontreis, porque sobre eles vos concedemos poder absoluto" (Sura 4.89,91).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (Sura 9.5).
O Corão obriga todo muçulmano a converter os cristãos e judeus ao islamismo ou a exterminá-los.
"Os judeus dizem: ‘Ezra é filho de Deus’. E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata!" (Sura 9.30).
"Devereis combatê-lo (o povo não-muçulmano, os judeus e cristãos) até que se submeta ao islã" (Sura 48.16).
" vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (Sura 9.123).
"Os que descrêem e desviam os outros do caminho de Deus e depois morrem na descrença, Deus nunca lhes perdoará. Não fraquejeis e não faleis de paz quando fordes os vencedores. Pois Deus está convosco e observa o que fazeis" (Sura 47.34-35).
Citações: "O Alcorão", publicado pela "Associação Cultural Internacional Gibran", tradução de Mansour Challita.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

"Politicamente Correto" - Eternamente Errado


Dave Hunt
Será que ser “politicamente correto” é uma mentira deliberada ou uma insanidade voluntária? Como se explica a mentira (que não tem nenhum exemplo para apoiá-la e centenas de exemplos para refutá-la) de que o islã é pacífico? Sem a violência pela qual começou, espalhou-se e agora se mantém, o islã seria uma seita obscura, não uma religião mundial.
O islã fez “convertidos” pela espada desde a França até a China. Com velocidade e ferocidade assombrosas, a espada islâmica – “mais rápida que a romana, mais duradoura que a mongol, na mais espantosa proeza da história militar”[1] – obrigou nações a se submeterem a Alá. Em números absolutos, os massacres foram maiores do que o Holocausto de Hitler. O historiador Will Durant chama a conquista islâmica da Índia de “provavelmente o período mais sangrento da História”.
Ainda assim, persiste a mentira politicamente correta de que o islã é pacífico. Após assassinar os atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, a OLP foi convidada a participar das Olimpíadas! Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel. Por ter falado contra essa fraude, Bernardine Healy foi forçada a pedir demissão do cargo de presidente da Cruz Vermelha Americana.
Uma coisa é certa: mesmo que o “politicamente correto” possa enganar alguém por algum tempo, inevitavelmente trairá ainda nesta vida aqueles que o empregam – e seguramente trará o julgamento de Deus na eternidade que virá. No final, a verdade prevalecerá.
Elliot Cohen, da Escola de Estudos Avançados da Universidade Johns Hopkins, escreveu no Wall Street Journal: “uma hora gasta navegando na internet resultará... no mesmo entendimento a respeito do islã encontrado durante a II Guerra Mundial ao se ler Mein Kampf (Minha Luta, de Hitler) ou os escritos de Lenin, Stalin ou Mao. Ninguém gosta de pensar que uma religião mundial tem algo profundamente agressivo e perigoso dentro de si... mas os verdadeiros líderes precisam mostrar essas verdades mesmo que sejam desconfortáveis e não muito agradáveis”.
A Proclamação da Independência de Israel em 14 de maio de 1948 diz: “Estendemos a mão a todos os nossos países vizinhos e a seus povos numa oferta de paz... e apelamos a eles que estabeleçam laços de cooperação e ajuda mútua com o povo de Israel independente, estabelecido em sua própria terra... colocando nossa fé no Todo-Poderoso...”. Esse ramo de oliveira foi pisado pelo menos por cinco nações árabes que atacaram os colonizadores israelenses, ao mesmo tempo que Azzam Pasha, o secretário-geral da Liga Árabe, declarava: “esta será uma guerra de extermínio...”. O fato de que o extermínio de Israel éexigido pelo islã faz com que a paz real no Oriente Médio seja impossível – mas isso não é admitido porque deseja-se ser politicamente correto. Pela graça e pelas promessas de Deus, entretanto, Israel não foi e nem será exterminado.
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Abdelrahman Azzam Pasha ladeado pelo rei Abd al-Aziz al-Saud, da Arábia Saudita, e pelo rei Farouk, do Egito, em 1945.
Para que houvesse “paz”, contudo, as nações árabes exigiram que Israel se retirasse para um território minúsculo e indefensável, que lhe tinha sido atribuído pelas Nações Unidas. Tratava-se de uma pequena fração da área que a Liga das Nações havia separado em 1922 para o lar nacional judaico. Se esse princípio fosse adotado universalmente, agressores jamais seriam prejudicados por atacarem seus vizinhos!
Na guerra de 1948-1949, a Jordânia capturou Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental, enquanto o Egito tomou a Faixa de Gaza, pondo fim a mais de 3.000 anos de presença judaica na região. Os jordanianos e os egípcios destruiram sistematicamente todas as evidências da história judaica nesses locais, incluindo vilas e sinagogas, expulsaram todos os judeus e decretaram que a venda de terras a judeus era uma ofensa capital. “Territórios ocupados”? Sim, pelos árabes!
Essas áreas tornaram-se centros de ataques terroristas contra Israel. Muhammad Salah al-Din, o então ministro do Exterior do Egito, explicou: “O povo árabe... declara que não estaremos satisfeitos a não ser pelo extermínio final de Israel...” O presidente egípcio, Gamal Abdel Nasser, acrescentou: “Nós pedimos vingança, e a vingança será a morte de Israel”.
Incrivelmente, Israel continuou tentando se dar bem com seus inimigos, tendo esperanças de “paz”. Mais do que qualquer outra coisa no mundo, o sonho de paz no Oriente Médio produz o desejo ilusório, politicamente correto, de não “ofender” os agressores.
Israel tem pertinazmente perseguido a paz num caminho coberto pelos cacos da esperança traída. Em setembro de 1978, o Egito, Israel e os Estados Unidos assinaram os Acordos de Camp David, sob os quais Israel devolveu o Sinai ao Egito. De fato, mais de 90% da terra que Israel obteve em defesa própria contra um inimigo que jurou exterminá-lo foram devolvidos. Israel ofereceu devolver mais, inclusive um “Estado Palestino”, com a condição de que seu direito de existência fosse reconhecido – com o que os muçulmanos, conforme a lei islâmica, não podem concordar. No entanto, Israel tem sido culpado por falhar em promover a paz!
Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito. Carter queria citar um versículo da Bíblia e um verso do Corão sobre a paz. Existem em torno de 400 versículos bíblicos que mencionam a paz, mas foi achado apenas um verso no Corão. Carter declarou: “Lemos no Corão: ‘Se eles [os inimigos] se inclinarem para a paz, inclina-te para ela também e confia em Deus [Alá]...' (Sura 8.61). Então, vamos desistir da guerra... Nós oramos a Deus... que estes sonhos se tornem realidade”.
O “sonho” do islamismo, contudo, não é o que Carter e Israel imaginaram. O verso diz “Alá”, não Deus – e Alá odeia os judeus! A Sura 8 é intitulada “Os Espólios” [de guerra]. O verso 65 diz: “” Profeta, exorta os crentes ao combate...”. Lemos no verso 67: “Não é digno de um Profeta fazer prisioneiros até que semeie a morte na terra”. A única paz oferecida é para os subjugados na jihad (guerra santa) que se rendem aos guerreiros islâmicos. “Paz” em árabe vem da palavra salam, que significa submissão – ao contrário da palavra hebraica shalom, que significa paz genuína entre amigos.
Nenhum líder árabe tem autoridade para passar por cima da lei islâmica, assinando um acordo que permita aos judeus governarem qualquer território que o islã tenha possuído. Em 641 d.C. os islâmicos conquistaram a região que os romanos tinham renomeado como “Palestina” em 135 d.C. Eles não podem abrir mão dela, nem de qualquer outra terra que o islã tenha controlado,da França à China. E nem qualquer não-islâmico pode reinar sobre muçulmanos em qualquer lugar do mundo – o que inclui os Estados Unidos. Essa é uma doutrina central que todo muçulmano aprende nas mesquitas.
Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam (casa da paz) e dar al-Harb (casa da guerra), o islã exige a jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá. Ahmad Hasan az-Zayat, autoridade islâmica moderna, escreveu em Al-Azhar: “A Guerra Santa é... obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada...”.
De acordo com a sharia (lei islâmica) não pode haver paz real, mas apenas um cessar-fogo temporário, entre muçulmanos e não-muçulmanos. Esse fato pode ser verificado em vários textos, tais como War and Peace in the Law of Islam (“Guerra e Paz de Acordo com a Lei do Islã), escrito pelo professor Majid Khadduri, uma autoridade em lei islâmica. Como disse Alija Izetbegovic, líder islâmico na Bósnia: “Não pode haver paz ou coexistência entre a fé islâmica e as sociedades não-islâmicas...”. Assim é o islã! Mas os politicamente corretos não podem admitir essa desagradável realidade.
Mentir para promover o islã é considerado uma honra. Em 14 de outubro de 1988, Arafat condenou todas as formas de terrorismo e reconheceu Israel – no papel. A Conferência de Paz de Madri, em outubro de 1991, abriu o caminho para conversações secretas entre a OLP e Israel em Oslo (na Noruega). Em 13 de setembro de 1993 o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin assinou a “Declaração de Princípios” em Oslo e Israel reconheceu Arafat e a OLP.
No Cairo, em 4 de maio de 1994, Arafat e Rabin assinaram o acordo de paz “Jericó Primeiro”, implementando [o que havia sido acertado em] Oslo. Exultante, Shimon Peres declarou através da “Voz de Israel”: “Hoje pusemos um fim ao conflito entre árabes e israelenses – a utopia está chegando!”. Ele tinha esquecido quão freqüentemente Arafat e outros líderes da OLP haviam pedido o fim de Israel. Por exemplo, Abu Iyad, representante de Arafat, tinha afirmado: “É nosso direito ter... um Estado palestino independente... como uma base a partir da qual iremos libertar Jaffa, Acco e toda a Palestina”.[2] Outro assessor [de Arafat] havia dito que “a luta com o inimigo sionista não é sobre as fronteiras de Israel, mas sobre a existência de Israel”.
Desculpando-se por Oslo, Arafat dizia às audiências islâmicas que estava seguindo o exemplo do profeta, aceitando um armistício temporário que levaria à destruição de Israel. O tratado de Hudaybiya, assinado por Maomé em 728 d.C. – um armistício de dez anos com a tribo Quraish de Meca – foi o precedente legal citado [por Arafat]. Dois anos mais tarde, usando um pretexto, Maomé tomou Meca e a Qaaba com um exército de 10.000 homens. Armistícios são consentidos apenas quando os islamitas estão muito enfraquecidos para a conquista.
O “processo de paz” foi uma artimanha islâmica de Arafat. [O acordo de] Oslo exigiu que ele tirasse da Carta da OLP a cláusula sobre a destruição de Israel. Quando anunciou que ela tinha sido removida, a viúva de Rabin proclamou com grande alegria: “O Conselho Nacional Palestino revogou as cláusulas da sua Carta que pediam a destruição de Israel!” O sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, salientou que “este foi o evento histórico mais importante no desenvolvimento da nossa região em cem anos”. Na realidade, era um embuste. A cláusula não tinha sido, nem foi, removida.
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Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito.
Arafat continuou a pedir publicamente a destruição de Israel. Tais invectivas foram gravadas num vídeo por Ben Gilman, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Congresso [dos EUA], que ofereceu mostrá-lo à imprensa em 21 de setembro de 1995. Ninguém da imprensa se interessou! Ainda pior, o embaixador de Israel nos EUA, Itamar Rabinovich, pediu a Gilman que não mostrasse o vídeo,[3] pois poderia atrapalhar o “processo de paz!”
Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra... nós fomos tidos como inimigos da paz... nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas...”.[4] É claro que ele estava certo.
O sermão da sexta-feira, no dia 14 de outubro de 2000 (mostrado ao vivo na TV), na mesquita Zayed bin Sultan Nahyan em Gaza, incluiu as seguinte afirmações: “Não tenham misericórdia dos judeus... matem-nos... e aqueles americanos que estabeleceram Israel aqui, no coração do mundo árabe”. Naquele mesmo dia, dois reservistas israelenses que entraram em Ramallah por engano, foram mortos e estraçalhados por uma multidão que os atacou aos gritos, perto do quartel-general de Arafat, provocando manifestações de júbilo quando o terrível ato foi mostrado ao vivo na TV palestina. No dia seguinte, o Dr. Ahmad Abu-Halabia, da Universidade Islâmica de Gaza, disse em entrevista à TV: “Os judeus... devem ser estraçalhados e mortos... Não tenham piedade... não importa onde estejam... devem ser mortos e também aqueles americanos que são como eles”. Será que precisamos dar mais exemplos?
Em 8 de junho de 2001 Arafat declarou outro “armistício”. Alguns dias mais tarde, o sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
Enquanto o “processo de paz” continua, palestinos assassinam e põem fogo nas casas de árabes suspeitos de colaborarem com Israel. Os terroristas islâmicos que matam judeus são honrados tendo ruas e feriados com os seus nomes [nos países árabes].
Esse engano alcançou proporções ainda mais elevadas com o “mapa do caminho”, que a Rússia, os EUA, a União Européia e as Nações Unidas quiseram impor a Israel e aos “palestinos”. [Nessa proposição,] o Quarteto “convoca Israel a dar passos concretos para apoiar o surgimento de um Estado Palestino... a ocupação israelense que começou em 1967 deve terminar...”. Para o estabelecimento do Estado palestino, o presidente Bush colocou como condição que o terrorismo fosse abandonado para sempre e que fosse estabelecida uma sociedade livre e democrática. Porém, “eleições palestinas” simuladas já enganaram o mundo antes.
Arafat nunca respeitou uma determinação de Oslo, Wye, etc. Por que seus sucessores iriam honrar algum acordo? Na tarde do dia histórico em que aconteceu o aperto de mão com Yitzak Rabin no gramado da Casa Branca, o nome de Arafat constava no alto de uma lista de “terroristas mundiais”.[5] Ele era um dos mais malignos assassinos da História. No entanto, ganhou o Prêmio Nobel da Paz, e Clinton e Gore o receberam na Casa Branca como um estadista mundial.
Os líderes palestinos fazem tudo em nome de Alá. Portanto, não importa quais acordos de “paz” assinam, tudo é feito tendo em mente a destruição de Israel (um Estado cuja existência nem mesmo é admitida em qualquer mapa árabe), conforme ordenado por Alá, através de Maomé. O mesmo vale para todos muçulmanos, da Chechênya à Califórnia!
Pouquíssimos líderes cristãos têm a coragem de falar a verdade, como fez Jerry Falwell no programa 60 Minutos, dizendo que Maomé foi um terrorista, e, como afirmou Franklin Graham, que o islã é “muito perverso e maligno”. Infelizmente, depois ambos voltaram atrás. Muitos líderes de igrejas preferem ser politicamente corretos, embora o islã seja totalmente anticristão. Ele nega a divindade de Cristo, Sua morte pelos nossos pecados na cruz e Sua ressurreição – e tem perseguido e matado milhões de cristãos através da História.
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O sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
No entanto, Billy Graham insistiu: “o islã é mal entendido... Maomé tem grande respeito por Jesus. Ele chamou Jesus de o maior dos profetas depois dele mesmo. Acho que estamos mais próximos do islamismo do que pensamos...” Sim, tão próximos quanto a distância entre o céu e o inferno! Criticando Falwell e Franklin Graham por falarem a verdade, a revista Cristianity Today declarou: “O islã não teria se tornado a segunda maior religião do mundo se fosse... completamente maligno como sugerem esses comentários”.
Robert Schuller chamou o islamismo de “cristão”. Ele recebeu muitos elogios na mesquita de Villa Park (Illinois/EUA), onde declarou que chegou à conclusão de que “pedir às pessoas que mudem suas crenças é completamente ridículo”. Defendendo a mais cruel e violenta religião da História, Schuller insistiu:
Esta é a hora de pararmos de atacar religiões... Tem sido uma honra para mim familiarizar-me com os líderes do islamismo positivo. Existe e tem existido uma propaganda muito forte contra o islã neste mundo.[6]
Positivo? O islã? Maomé nunca ouviu falar disso! Propaganda antiislâmica? Ninguém poderia dar ao islã uma imagem pior do que Maomé e o Corão lhe deram desde o início. No entanto, o ex-secretário de Estado Colin Powell, repetindo o presidente Bush, insistiu: “Nós temos que deixar o islã fora disso. É uma religião pacífica”.
Antes de 11 de setembro de 2001, muitas advertências foram ignoradas, tais como as da Comissão Nacional Contra o Terrorismo em 1988. Hoje estaremos repetindo o mesmo erro se nos recusarmos a levar o islã a sério. A Igreja está negligenciando o maior campo missionário do mundo, com a desculpa de que é “muito perigoso” ou sob a ilusão de que “Alá é o Deus da Bíblia” e que os islâmicos estão “mais próximos de nós do que imaginamos”. Que Deus nos livre desse engano! (Dave Hunt - The Berean Call - http://www.beth-shalom.com.br)
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PODER & GRAÇA

PODER & GRAÇA  ( Efésios 2:5 )” Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus’
Amados, milhões de pessoas tem se chegado a Jesus, mas como muitos outros, são atraídos apenas pelo seu poder e não pela sua graça, porem, uma  não pode separar-se da outra. No capitulo seis de João encontramos o registro da multiplicação dos pães. A multidão se encheu de euforia porque comeram e se saciaram, muitos dos quais nem souberam como foi feito ou de onde veio os pães e os peixes, mas, porque estavam saciados momentaneamente e sabendo que era o Senhor Jesus que lhes dera de comer, queriam segui-lo e até proclamar rei.
Nos  dias de hoje a multidão está bem pior, pois, nos dias que o Senhor Jesus multiplicou os pães e os peixes,  ninguém prometia nada , as propagandas eram verdadeiras porque  primeiro aconteciam os milagres e o povo então se encarregavam de  fazer a propaganda. Os milagres sempre pegava o povo de surpresa, porque Jesus nunca realizava dois milagres do mesmo jeito, os únicos milagres parecidos foram as pescas milagrosas Lucas capitula cinco no inicio de seu ministério, e João capitulo vinte e um, após a sua ressurreição, mesmo assim só para os discípulos e especial para a Regeneração de Pedro.
 Hoje a propaganda anda sempre na frente, são promessas e mais promessas, tem até quem venda milagres por acontecer, e o pior é que ainda tem quem compre. Mas, afinal,  qual é a diferença da graça para o poder?  Você pode receber qualquer tipo de milagre, apenas pelo poder, menos a salvação, pois ela só vem por intermédio da graça por meio da fé (Efésios 2.5) Você pode receber cura emprego muito dinheiro etc, etc, etc, mas a salvação não, e então? Vale correr apenas  atrás das coisas materiais? Ou seguir os conselhos de Jesus que diz “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, para que as outras coisas sejam recebidas”? (Mateus 6.33) e foi justamente isso que o Senhor Jesus nos mandou fazer, pregar o evangelho e ensinar a justiça, em Marcos 16 : 15 Ele diz “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.E no 16 Ele diz Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.  Veja então que esse crer  do verso 16, é o crer para a salvação, Paulo esclarece muito bem em (Romanos 10:  8 e 9) quando diz “A palavra está  perto de ti na tua boca e no teu coração, isto é a palavra da fé, que pregamos, Porque se com tua boca confessares a Jesus como Senhor; e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
No verso de numero 17 e 18 do capitulo 16 de Marcos, Jesus fala dos sinais que acompanhariam os que crescem no evangelho pregado por aqueles que receberiam o poder que Ele (o Senhor) havia prometido (Atos 1:8) então Jesus diz. “E estes sinais seguirão aos que crerem, em meu nome expulsarão demônios: falarão novas línguas+ Pegarão nas serpentes e se beberem alguma coisa mortífera não lhes farão danos algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. O Senhor Jesus disse “estes sinais acompanharão aos que crerem, Mas crer em que? No evangelho da graça é claro. Paulo mesmo preso sem esperança de ser solto, sendo acusado por coisas que não fez, foi enfático ao declarar em sua defesa, “ Mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.
 Este mesmo Paulo quando os gálatas estavam sendo enganados por “pregadores” mercenários, escreveu a eles dizendo “Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho” (Gálatas 1:6)  O evangelho sem a graça não é o evangelho de Jesus Cristo, mesmo que faça milagres ou maravilhas, daí porque Jesus disse, “Muitos me dirão naquele dia Senhor, Senhor, não profetizamos nós no teu nome? E no teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres. Então lhes  direi claramente, nunca vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniquidade.” (Mateus 7:22 e 23) Quando se prega o evangelho da graça as pessoas  se rendem aos pés do Senhor, quando  as pessoas se rendem aos pés do Senhor elas passam pelo novo nascimento, quando nascem de novo passam a ter uma vida diferente, não andam mais como ovelhas sem pastor, porque agora elas tem o bom pastor, não precisa andar correndo atrás de “pregadores” promesseiros, porque agora conhece o que faz sem prometer, não corre atrás de cantores famosos, porque aprendem um novo canto, não precisa comprar diploma milionário porque , passa ser filho do Rei dos reis, e tem O Senhor como o seu pastor.  Amados poder é força, apenas força e é a força que faz você e eu se movimentar, mas isso só vale para esta terra a cura do corpo é pra essa terra e é passageiro, somos curados no corpo mas voltamos a adoecer, mesmo se for ressuscitado no corpo carnal volta a morrer, Lembra de Lazaro? Jesus  o ressuscitou não foi? Mas  ele voltou a morrer, porque ressuscitou no corpo carnal, isso, faz parte dos sinais , E estes sinais  acompanharão aos que creem, Todos os sinais, milagres e maravilhas, realisado pelo poder graça e misericórdia de Deus só acontece quando tem o objetivo de engrandecer o seu Reino, e não porque alguém quer fazer acontecer,  Jesus teve misericórdia do povo porque estava faminto e com a sua bendita graça usa o seu poder para multiplicar os pães e os peixes, mas quando viu que estavam se aproximando dele apenas pelo poder da trans formação, disse-lhes “ Em verdade em verdade vos digo que me buscais não porque vistes sinais, mas porque comestes do pão e te saciastes.
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna qual o filho do Homem vos dará;  pois neste, o Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. Quando você pensar em um grande milagre , lembre-se da salvação, o maior de todos os milagres, quando pensar em maravilhas lembre-se da ressurreição de Jesus, a maior de todas as maravilhas,  se pensar nas grandes aflições da vida lembre-se que  Ele (Jesus) disse, " Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para onde eu estiver estejais vos também. E enquanto estivermos aqui temos o seu poder, sua misericórdia, mas Ele continua nos dizendo "A minha graça te basta, meu ultimo conselho, entre o poder dos milagres, melhor é ficar com a Graça salvadora!

Pr Ananias Ribeiro.