quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A Hora da Verdade Sobre o Islã

O Que é Ser Fanático?

Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo?
Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]
Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?

Terrorista e Prêmio Nobel da Paz

Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!

Recompensas no Paraíso

Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.

Uma Religião Fundamentada na Violência

É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.
Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo.
Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.

Preconceito Religioso?

Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.
O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.

E Agora, o Que Deve Ser Feito?

Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Onde matar faz parte da religião

Um estudo governamental de 288 páginas a respeito da escola islâmica "Academia Fahd" em Bonn, na Alemanha, revelou uma realidade assustadora: seus livros didáticos transmitem doutrinas islâmico-fundamentalistas e até o assassinato é incentivado.
Ao traduzir vinte livros escolares da academia, freqüentada por 450 alunos, os pesquisadores descobriram que os textos justificam o assassinato e ensinam o ódio aos infiéis. Um trecho do relatório diz: "Matar não é tabu e é considerado necessário quando exigido pela fé. Apesar de toda a ênfase no caráter pacífico do islã, o ódio aos infiéis torna-se um alvo pedagógico evidente". Aos alunos de seis a dezoito anos é "literalmente inculcado que o islã e todos os muçulmanos desde as Cruzadas tiveram sua existência ameaçada pelos judeus e pelos cristãos", prossegue o relatório. Conforme o estudo, a prioridade da escola seria, portanto, preparar os alunos para a luta contra os inimigos.
Os jovens são instruídos, como se verificou, a respeito da "virtude do martírio" na luta religiosa e nacionalista. Eles aprendem sobre o "auto-sacrifício na batalha contra os infiéis". Um livro-texto da sexta série diz acerca de um mapa da Europa, Ásia e África: "Esta é sua comunidade islâmica..., repleta de jihad,perfumada pela fragrância dos sacrificados". Os sacrificados seriam os "heróis mortos".
Nos livros de religião, a competência da legislação secular é rejeitada por princípio, conforme constataram os pesquisadores. Na ótica dos textos escolares islâmicos, ela seria "um ídolo que exige uma veneração que cabe apenas a Alá".
Desde o primeiro ano primário os alunos são doutrinados a obedecer incondicionalmente à religião islâmica e a assumir compromissos "com seus líderes políticos e espirituais", diz o estudo. Sobre o mundo fora do islã "não se lê praticamente nada".
Os analistas chegaram à conclusão de que "as metas pedagógicas... estão fortemente marcadas por uma postura religiosa-nacionalista agressiva e por uma pedagogia de ameaças, que não permite qualquer tolerância com não-muçulmanos".
O futuro da escola parece incerto. Autoridades federais alemãs descobriram que há extremistas islâmicos agindo nela, e estão prestando atenção especial ao que acontece no estabelecimento. Porém, seu fechamento não faz parte dos planos imediatos do governo alemão. (Focus)
O Novo Testamento tem aproximadamente o mesmo volume que o Corão, mas enaltece e ensina o amor ao próximo, inclusive pelos inimigos. Em lugar algum ele conclama à violência. Ao contrário, ele até ensina que devemos abençoar os que nos amaldiçoam e não dar lugar à ira. O cristão deve tentar ganhar os outros para Cristo através do amor e do testemunho, propagando o Evangelho pelo mundo. Ele não deve fazer diferença entre raças, origem, cultura, ideologia ou religião; é exortado a amar a todos da mesma maneira, ajudando e honrando-os.
Houve épocas em que o cristianismo não agiu assim – por exemplo, nas Cruzadas ou durante o nazismo. Entretanto, os envolvidos não tinham base verdadeiramente bíblica para suas ações. Eles não podiam se apoiar nos ensinos do Novo Testamento, dos apóstolos ou do Senhor Jesus e, por isso, também não merecem ser chamados de cristãos, conforme os padrões bíblicos. Segundo os ensinos do Novo Testamento, existem diferenças entre os seres humanos que devem ser observadas, mas no que diz respeito à posição em Jesus, à salvação ou à esperança da glória, há absoluta igualdade de direitos não encontrada em qualquer outra religião.
Os radicais e terroristas islâmicos apóiam-se inteiramente no conteúdo do Corão e nas declarações e ações de Maomé. Enquanto a Bíblia ensina o amor, exorta os homens nesse sentido e busca sua transformação, o Corão prega o ódio às pessoas de outras crenças e impele seus seguidores a praticar esse ódio. Os que não crêem no Corão podem ser perseguidos e assassinados em nome de Alá. Sob a invocação do Corão, as mulheres são oprimidas e espancadas, garotas são proibidas de estudar e países estrangeiros, de cuja hospitalidade os muçulmanos gostam de usufruir, têm desrespeitadas e desobedecidas suas leis. Para os muçulmanos, pessoas de outras crenças merecem apenas o ódio e a jihad, a "guerra santa". Enquanto os cristãos verdadeiros, que seguem a Bíblia, construíram uma rede mundial de assistência social que leva aos necessitados não apenas o Evangelho mas também auxílio prático como alimentação, abrigo, serviços médicos e ensino escolar, o islã explora e oprime as pessoas nos países que domina.
O islã odeia tanto cristãos quanto judeus, pois ambos têm o mesmo Deus. Com uma cerca de segurança, Israel procura proteger-se dos ataques dos terroristas sanguinários e de sua ânsia de matar. Eles não recuam nem diante da possibilidade de fazer vítimas entre sua própria população. Quanto mais pessoas do lado inimigo forem mortas, maior a satisfação deles. A barreira de segurança, apesar de todas as críticas, reduziu drasticamente o número de atentados. Entretanto, ao invés de criticar os terroristas, o Ocidente parece não ter nada melhor a fazer do que questionar a cerca e tentar obrigar Israel a derrubá-la. Em outras palavras, o mundo ocidental prefere ver ainda mais vítimas inocentes do lado judeu do que mandar os muçulmanos cessarem os atos terroristas. A Índia também está construindo uma cerca semelhante na disputada região da Caxemira para impedir a entrada de terroristas vindos do Paquistão, mas isso não parece interessar a ninguém.
No momento, muitas crianças palestinas com idades entre sete e quinze anos são treinadas para a luta nos chamados "acampamentos de verão" organizados por diversos grupos terroristas. Nesses acampamentos as crianças aprendem, por exemplo, como atacar e matar colonos judeus. Alguns canais de TV em diversas partes do mundo divulgaram documentários a respeito. A estação saudita "Al-Arabiya" e o "Jerusalem Post" noticiaram os mesmos fatos. Mas ninguém da União Européia (UE), nem da ONU, nem das organizações de direitos humanos, nem do Tribunal Internacional de Justiça de Haia se manifestou a respeito. Nosso consolo diante de tantas injustiças são as firmes promessas de Deus a Israel: "Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai nas terras longínquas do mar, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor, ao seu rebanho" (Jr 31.10). "Jerusalém me servirá por nome, por louvor e glória, entre todas as nações da terra que ouvirem todo o bem que eu lhe faço; espantar-se-ão e tremerão por causa de todo o bem e por causa de toda a paz que eu lhe dou" (Jr 33.9). (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br)

Islã Significa Submissão

Islã Significa Submissão

O que leva muçulmanos a morrerem em nome de Alá, explodindo a si mesmos e a outras pessoas? Por que os muçulmanos têm o direito de construir livremente quantas mesquitas quiserem em países democráticos, enquanto os cristãos e judeus não podem edificar igrejas ou sinagogas em países muçulmanos? Existem mais de 200 passagens do Corão conclamando os muçulmanos à luta contra cristãos, judeus e não-cristãos. A palavra islã significa submissão a Alá, submissão à sua vontade. Abaixo apresentamos algumas das passagens do Corão que ajudarão a encontrar respostas para as perguntas citadas:
"E matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os... matai-os(cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes" (Sura 2.191).
"...Não tomeis amigos entre eles até que emigrem para Deus. Se virarem as costas e se afastarem, capturai-os e matai-os onde quer que os acheis. E não tomeis nenhum deles por confidente ou aliado... capturai-os e matai-os onde quer que os encontreis, porque sobre eles vos concedemos poder absoluto" (Sura 4.89,91).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (Sura 9.5).
O Corão obriga todo muçulmano a converter os cristãos e judeus ao islamismo ou a exterminá-los.
"Os judeus dizem: ‘Ezra é filho de Deus’. E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata!" (Sura 9.30).
"Devereis combatê-lo (o povo não-muçulmano, os judeus e cristãos) até que se submeta ao islã" (Sura 48.16).
" vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (Sura 9.123).
"Os que descrêem e desviam os outros do caminho de Deus e depois morrem na descrença, Deus nunca lhes perdoará. Não fraquejeis e não faleis de paz quando fordes os vencedores. Pois Deus está convosco e observa o que fazeis" (Sura 47.34-35).
Citações: "O Alcorão", publicado pela "Associação Cultural Internacional Gibran", tradução de Mansour Challita.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

"Politicamente Correto" - Eternamente Errado


Dave Hunt
Será que ser “politicamente correto” é uma mentira deliberada ou uma insanidade voluntária? Como se explica a mentira (que não tem nenhum exemplo para apoiá-la e centenas de exemplos para refutá-la) de que o islã é pacífico? Sem a violência pela qual começou, espalhou-se e agora se mantém, o islã seria uma seita obscura, não uma religião mundial.
O islã fez “convertidos” pela espada desde a França até a China. Com velocidade e ferocidade assombrosas, a espada islâmica – “mais rápida que a romana, mais duradoura que a mongol, na mais espantosa proeza da história militar”[1] – obrigou nações a se submeterem a Alá. Em números absolutos, os massacres foram maiores do que o Holocausto de Hitler. O historiador Will Durant chama a conquista islâmica da Índia de “provavelmente o período mais sangrento da História”.
Ainda assim, persiste a mentira politicamente correta de que o islã é pacífico. Após assassinar os atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, a OLP foi convidada a participar das Olimpíadas! Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel. Por ter falado contra essa fraude, Bernardine Healy foi forçada a pedir demissão do cargo de presidente da Cruz Vermelha Americana.
Uma coisa é certa: mesmo que o “politicamente correto” possa enganar alguém por algum tempo, inevitavelmente trairá ainda nesta vida aqueles que o empregam – e seguramente trará o julgamento de Deus na eternidade que virá. No final, a verdade prevalecerá.
Elliot Cohen, da Escola de Estudos Avançados da Universidade Johns Hopkins, escreveu no Wall Street Journal: “uma hora gasta navegando na internet resultará... no mesmo entendimento a respeito do islã encontrado durante a II Guerra Mundial ao se ler Mein Kampf (Minha Luta, de Hitler) ou os escritos de Lenin, Stalin ou Mao. Ninguém gosta de pensar que uma religião mundial tem algo profundamente agressivo e perigoso dentro de si... mas os verdadeiros líderes precisam mostrar essas verdades mesmo que sejam desconfortáveis e não muito agradáveis”.
A Proclamação da Independência de Israel em 14 de maio de 1948 diz: “Estendemos a mão a todos os nossos países vizinhos e a seus povos numa oferta de paz... e apelamos a eles que estabeleçam laços de cooperação e ajuda mútua com o povo de Israel independente, estabelecido em sua própria terra... colocando nossa fé no Todo-Poderoso...”. Esse ramo de oliveira foi pisado pelo menos por cinco nações árabes que atacaram os colonizadores israelenses, ao mesmo tempo que Azzam Pasha, o secretário-geral da Liga Árabe, declarava: “esta será uma guerra de extermínio...”. O fato de que o extermínio de Israel éexigido pelo islã faz com que a paz real no Oriente Médio seja impossível – mas isso não é admitido porque deseja-se ser politicamente correto. Pela graça e pelas promessas de Deus, entretanto, Israel não foi e nem será exterminado.
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Abdelrahman Azzam Pasha ladeado pelo rei Abd al-Aziz al-Saud, da Arábia Saudita, e pelo rei Farouk, do Egito, em 1945.
Para que houvesse “paz”, contudo, as nações árabes exigiram que Israel se retirasse para um território minúsculo e indefensável, que lhe tinha sido atribuído pelas Nações Unidas. Tratava-se de uma pequena fração da área que a Liga das Nações havia separado em 1922 para o lar nacional judaico. Se esse princípio fosse adotado universalmente, agressores jamais seriam prejudicados por atacarem seus vizinhos!
Na guerra de 1948-1949, a Jordânia capturou Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental, enquanto o Egito tomou a Faixa de Gaza, pondo fim a mais de 3.000 anos de presença judaica na região. Os jordanianos e os egípcios destruiram sistematicamente todas as evidências da história judaica nesses locais, incluindo vilas e sinagogas, expulsaram todos os judeus e decretaram que a venda de terras a judeus era uma ofensa capital. “Territórios ocupados”? Sim, pelos árabes!
Essas áreas tornaram-se centros de ataques terroristas contra Israel. Muhammad Salah al-Din, o então ministro do Exterior do Egito, explicou: “O povo árabe... declara que não estaremos satisfeitos a não ser pelo extermínio final de Israel...” O presidente egípcio, Gamal Abdel Nasser, acrescentou: “Nós pedimos vingança, e a vingança será a morte de Israel”.
Incrivelmente, Israel continuou tentando se dar bem com seus inimigos, tendo esperanças de “paz”. Mais do que qualquer outra coisa no mundo, o sonho de paz no Oriente Médio produz o desejo ilusório, politicamente correto, de não “ofender” os agressores.
Israel tem pertinazmente perseguido a paz num caminho coberto pelos cacos da esperança traída. Em setembro de 1978, o Egito, Israel e os Estados Unidos assinaram os Acordos de Camp David, sob os quais Israel devolveu o Sinai ao Egito. De fato, mais de 90% da terra que Israel obteve em defesa própria contra um inimigo que jurou exterminá-lo foram devolvidos. Israel ofereceu devolver mais, inclusive um “Estado Palestino”, com a condição de que seu direito de existência fosse reconhecido – com o que os muçulmanos, conforme a lei islâmica, não podem concordar. No entanto, Israel tem sido culpado por falhar em promover a paz!
Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito. Carter queria citar um versículo da Bíblia e um verso do Corão sobre a paz. Existem em torno de 400 versículos bíblicos que mencionam a paz, mas foi achado apenas um verso no Corão. Carter declarou: “Lemos no Corão: ‘Se eles [os inimigos] se inclinarem para a paz, inclina-te para ela também e confia em Deus [Alá]...' (Sura 8.61). Então, vamos desistir da guerra... Nós oramos a Deus... que estes sonhos se tornem realidade”.
O “sonho” do islamismo, contudo, não é o que Carter e Israel imaginaram. O verso diz “Alá”, não Deus – e Alá odeia os judeus! A Sura 8 é intitulada “Os Espólios” [de guerra]. O verso 65 diz: “” Profeta, exorta os crentes ao combate...”. Lemos no verso 67: “Não é digno de um Profeta fazer prisioneiros até que semeie a morte na terra”. A única paz oferecida é para os subjugados na jihad (guerra santa) que se rendem aos guerreiros islâmicos. “Paz” em árabe vem da palavra salam, que significa submissão – ao contrário da palavra hebraica shalom, que significa paz genuína entre amigos.
Nenhum líder árabe tem autoridade para passar por cima da lei islâmica, assinando um acordo que permita aos judeus governarem qualquer território que o islã tenha possuído. Em 641 d.C. os islâmicos conquistaram a região que os romanos tinham renomeado como “Palestina” em 135 d.C. Eles não podem abrir mão dela, nem de qualquer outra terra que o islã tenha controlado,da França à China. E nem qualquer não-islâmico pode reinar sobre muçulmanos em qualquer lugar do mundo – o que inclui os Estados Unidos. Essa é uma doutrina central que todo muçulmano aprende nas mesquitas.
Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam (casa da paz) e dar al-Harb (casa da guerra), o islã exige a jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá. Ahmad Hasan az-Zayat, autoridade islâmica moderna, escreveu em Al-Azhar: “A Guerra Santa é... obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada...”.
De acordo com a sharia (lei islâmica) não pode haver paz real, mas apenas um cessar-fogo temporário, entre muçulmanos e não-muçulmanos. Esse fato pode ser verificado em vários textos, tais como War and Peace in the Law of Islam (“Guerra e Paz de Acordo com a Lei do Islã), escrito pelo professor Majid Khadduri, uma autoridade em lei islâmica. Como disse Alija Izetbegovic, líder islâmico na Bósnia: “Não pode haver paz ou coexistência entre a fé islâmica e as sociedades não-islâmicas...”. Assim é o islã! Mas os politicamente corretos não podem admitir essa desagradável realidade.
Mentir para promover o islã é considerado uma honra. Em 14 de outubro de 1988, Arafat condenou todas as formas de terrorismo e reconheceu Israel – no papel. A Conferência de Paz de Madri, em outubro de 1991, abriu o caminho para conversações secretas entre a OLP e Israel em Oslo (na Noruega). Em 13 de setembro de 1993 o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin assinou a “Declaração de Princípios” em Oslo e Israel reconheceu Arafat e a OLP.
No Cairo, em 4 de maio de 1994, Arafat e Rabin assinaram o acordo de paz “Jericó Primeiro”, implementando [o que havia sido acertado em] Oslo. Exultante, Shimon Peres declarou através da “Voz de Israel”: “Hoje pusemos um fim ao conflito entre árabes e israelenses – a utopia está chegando!”. Ele tinha esquecido quão freqüentemente Arafat e outros líderes da OLP haviam pedido o fim de Israel. Por exemplo, Abu Iyad, representante de Arafat, tinha afirmado: “É nosso direito ter... um Estado palestino independente... como uma base a partir da qual iremos libertar Jaffa, Acco e toda a Palestina”.[2] Outro assessor [de Arafat] havia dito que “a luta com o inimigo sionista não é sobre as fronteiras de Israel, mas sobre a existência de Israel”.
Desculpando-se por Oslo, Arafat dizia às audiências islâmicas que estava seguindo o exemplo do profeta, aceitando um armistício temporário que levaria à destruição de Israel. O tratado de Hudaybiya, assinado por Maomé em 728 d.C. – um armistício de dez anos com a tribo Quraish de Meca – foi o precedente legal citado [por Arafat]. Dois anos mais tarde, usando um pretexto, Maomé tomou Meca e a Qaaba com um exército de 10.000 homens. Armistícios são consentidos apenas quando os islamitas estão muito enfraquecidos para a conquista.
O “processo de paz” foi uma artimanha islâmica de Arafat. [O acordo de] Oslo exigiu que ele tirasse da Carta da OLP a cláusula sobre a destruição de Israel. Quando anunciou que ela tinha sido removida, a viúva de Rabin proclamou com grande alegria: “O Conselho Nacional Palestino revogou as cláusulas da sua Carta que pediam a destruição de Israel!” O sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, salientou que “este foi o evento histórico mais importante no desenvolvimento da nossa região em cem anos”. Na realidade, era um embuste. A cláusula não tinha sido, nem foi, removida.
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Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito.
Arafat continuou a pedir publicamente a destruição de Israel. Tais invectivas foram gravadas num vídeo por Ben Gilman, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Congresso [dos EUA], que ofereceu mostrá-lo à imprensa em 21 de setembro de 1995. Ninguém da imprensa se interessou! Ainda pior, o embaixador de Israel nos EUA, Itamar Rabinovich, pediu a Gilman que não mostrasse o vídeo,[3] pois poderia atrapalhar o “processo de paz!”
Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra... nós fomos tidos como inimigos da paz... nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas...”.[4] É claro que ele estava certo.
O sermão da sexta-feira, no dia 14 de outubro de 2000 (mostrado ao vivo na TV), na mesquita Zayed bin Sultan Nahyan em Gaza, incluiu as seguinte afirmações: “Não tenham misericórdia dos judeus... matem-nos... e aqueles americanos que estabeleceram Israel aqui, no coração do mundo árabe”. Naquele mesmo dia, dois reservistas israelenses que entraram em Ramallah por engano, foram mortos e estraçalhados por uma multidão que os atacou aos gritos, perto do quartel-general de Arafat, provocando manifestações de júbilo quando o terrível ato foi mostrado ao vivo na TV palestina. No dia seguinte, o Dr. Ahmad Abu-Halabia, da Universidade Islâmica de Gaza, disse em entrevista à TV: “Os judeus... devem ser estraçalhados e mortos... Não tenham piedade... não importa onde estejam... devem ser mortos e também aqueles americanos que são como eles”. Será que precisamos dar mais exemplos?
Em 8 de junho de 2001 Arafat declarou outro “armistício”. Alguns dias mais tarde, o sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
Enquanto o “processo de paz” continua, palestinos assassinam e põem fogo nas casas de árabes suspeitos de colaborarem com Israel. Os terroristas islâmicos que matam judeus são honrados tendo ruas e feriados com os seus nomes [nos países árabes].
Esse engano alcançou proporções ainda mais elevadas com o “mapa do caminho”, que a Rússia, os EUA, a União Européia e as Nações Unidas quiseram impor a Israel e aos “palestinos”. [Nessa proposição,] o Quarteto “convoca Israel a dar passos concretos para apoiar o surgimento de um Estado Palestino... a ocupação israelense que começou em 1967 deve terminar...”. Para o estabelecimento do Estado palestino, o presidente Bush colocou como condição que o terrorismo fosse abandonado para sempre e que fosse estabelecida uma sociedade livre e democrática. Porém, “eleições palestinas” simuladas já enganaram o mundo antes.
Arafat nunca respeitou uma determinação de Oslo, Wye, etc. Por que seus sucessores iriam honrar algum acordo? Na tarde do dia histórico em que aconteceu o aperto de mão com Yitzak Rabin no gramado da Casa Branca, o nome de Arafat constava no alto de uma lista de “terroristas mundiais”.[5] Ele era um dos mais malignos assassinos da História. No entanto, ganhou o Prêmio Nobel da Paz, e Clinton e Gore o receberam na Casa Branca como um estadista mundial.
Os líderes palestinos fazem tudo em nome de Alá. Portanto, não importa quais acordos de “paz” assinam, tudo é feito tendo em mente a destruição de Israel (um Estado cuja existência nem mesmo é admitida em qualquer mapa árabe), conforme ordenado por Alá, através de Maomé. O mesmo vale para todos muçulmanos, da Chechênya à Califórnia!
Pouquíssimos líderes cristãos têm a coragem de falar a verdade, como fez Jerry Falwell no programa 60 Minutos, dizendo que Maomé foi um terrorista, e, como afirmou Franklin Graham, que o islã é “muito perverso e maligno”. Infelizmente, depois ambos voltaram atrás. Muitos líderes de igrejas preferem ser politicamente corretos, embora o islã seja totalmente anticristão. Ele nega a divindade de Cristo, Sua morte pelos nossos pecados na cruz e Sua ressurreição – e tem perseguido e matado milhões de cristãos através da História.
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O sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
No entanto, Billy Graham insistiu: “o islã é mal entendido... Maomé tem grande respeito por Jesus. Ele chamou Jesus de o maior dos profetas depois dele mesmo. Acho que estamos mais próximos do islamismo do que pensamos...” Sim, tão próximos quanto a distância entre o céu e o inferno! Criticando Falwell e Franklin Graham por falarem a verdade, a revista Cristianity Today declarou: “O islã não teria se tornado a segunda maior religião do mundo se fosse... completamente maligno como sugerem esses comentários”.
Robert Schuller chamou o islamismo de “cristão”. Ele recebeu muitos elogios na mesquita de Villa Park (Illinois/EUA), onde declarou que chegou à conclusão de que “pedir às pessoas que mudem suas crenças é completamente ridículo”. Defendendo a mais cruel e violenta religião da História, Schuller insistiu:
Esta é a hora de pararmos de atacar religiões... Tem sido uma honra para mim familiarizar-me com os líderes do islamismo positivo. Existe e tem existido uma propaganda muito forte contra o islã neste mundo.[6]
Positivo? O islã? Maomé nunca ouviu falar disso! Propaganda antiislâmica? Ninguém poderia dar ao islã uma imagem pior do que Maomé e o Corão lhe deram desde o início. No entanto, o ex-secretário de Estado Colin Powell, repetindo o presidente Bush, insistiu: “Nós temos que deixar o islã fora disso. É uma religião pacífica”.
Antes de 11 de setembro de 2001, muitas advertências foram ignoradas, tais como as da Comissão Nacional Contra o Terrorismo em 1988. Hoje estaremos repetindo o mesmo erro se nos recusarmos a levar o islã a sério. A Igreja está negligenciando o maior campo missionário do mundo, com a desculpa de que é “muito perigoso” ou sob a ilusão de que “Alá é o Deus da Bíblia” e que os islâmicos estão “mais próximos de nós do que imaginamos”. Que Deus nos livre desse engano! (Dave Hunt - The Berean Call - http://www.beth-shalom.com.br)
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PODER & GRAÇA

PODER & GRAÇA  ( Efésios 2:5 )” Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus’
Amados, milhões de pessoas tem se chegado a Jesus, mas como muitos outros, são atraídos apenas pelo seu poder e não pela sua graça, porem, uma  não pode separar-se da outra. No capitulo seis de João encontramos o registro da multiplicação dos pães. A multidão se encheu de euforia porque comeram e se saciaram, muitos dos quais nem souberam como foi feito ou de onde veio os pães e os peixes, mas, porque estavam saciados momentaneamente e sabendo que era o Senhor Jesus que lhes dera de comer, queriam segui-lo e até proclamar rei.
Nos  dias de hoje a multidão está bem pior, pois, nos dias que o Senhor Jesus multiplicou os pães e os peixes,  ninguém prometia nada , as propagandas eram verdadeiras porque  primeiro aconteciam os milagres e o povo então se encarregavam de  fazer a propaganda. Os milagres sempre pegava o povo de surpresa, porque Jesus nunca realizava dois milagres do mesmo jeito, os únicos milagres parecidos foram as pescas milagrosas Lucas capitula cinco no inicio de seu ministério, e João capitulo vinte e um, após a sua ressurreição, mesmo assim só para os discípulos e especial para a Regeneração de Pedro.
 Hoje a propaganda anda sempre na frente, são promessas e mais promessas, tem até quem venda milagres por acontecer, e o pior é que ainda tem quem compre. Mas, afinal,  qual é a diferença da graça para o poder?  Você pode receber qualquer tipo de milagre, apenas pelo poder, menos a salvação, pois ela só vem por intermédio da graça por meio da fé (Efésios 2.5) Você pode receber cura emprego muito dinheiro etc, etc, etc, mas a salvação não, e então? Vale correr apenas  atrás das coisas materiais? Ou seguir os conselhos de Jesus que diz “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, para que as outras coisas sejam recebidas”? (Mateus 6.33) e foi justamente isso que o Senhor Jesus nos mandou fazer, pregar o evangelho e ensinar a justiça, em Marcos 16 : 15 Ele diz “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.E no 16 Ele diz Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.  Veja então que esse crer  do verso 16, é o crer para a salvação, Paulo esclarece muito bem em (Romanos 10:  8 e 9) quando diz “A palavra está  perto de ti na tua boca e no teu coração, isto é a palavra da fé, que pregamos, Porque se com tua boca confessares a Jesus como Senhor; e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
No verso de numero 17 e 18 do capitulo 16 de Marcos, Jesus fala dos sinais que acompanhariam os que crescem no evangelho pregado por aqueles que receberiam o poder que Ele (o Senhor) havia prometido (Atos 1:8) então Jesus diz. “E estes sinais seguirão aos que crerem, em meu nome expulsarão demônios: falarão novas línguas+ Pegarão nas serpentes e se beberem alguma coisa mortífera não lhes farão danos algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. O Senhor Jesus disse “estes sinais acompanharão aos que crerem, Mas crer em que? No evangelho da graça é claro. Paulo mesmo preso sem esperança de ser solto, sendo acusado por coisas que não fez, foi enfático ao declarar em sua defesa, “ Mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.
 Este mesmo Paulo quando os gálatas estavam sendo enganados por “pregadores” mercenários, escreveu a eles dizendo “Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho” (Gálatas 1:6)  O evangelho sem a graça não é o evangelho de Jesus Cristo, mesmo que faça milagres ou maravilhas, daí porque Jesus disse, “Muitos me dirão naquele dia Senhor, Senhor, não profetizamos nós no teu nome? E no teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres. Então lhes  direi claramente, nunca vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniquidade.” (Mateus 7:22 e 23) Quando se prega o evangelho da graça as pessoas  se rendem aos pés do Senhor, quando  as pessoas se rendem aos pés do Senhor elas passam pelo novo nascimento, quando nascem de novo passam a ter uma vida diferente, não andam mais como ovelhas sem pastor, porque agora elas tem o bom pastor, não precisa andar correndo atrás de “pregadores” promesseiros, porque agora conhece o que faz sem prometer, não corre atrás de cantores famosos, porque aprendem um novo canto, não precisa comprar diploma milionário porque , passa ser filho do Rei dos reis, e tem O Senhor como o seu pastor.  Amados poder é força, apenas força e é a força que faz você e eu se movimentar, mas isso só vale para esta terra a cura do corpo é pra essa terra e é passageiro, somos curados no corpo mas voltamos a adoecer, mesmo se for ressuscitado no corpo carnal volta a morrer, Lembra de Lazaro? Jesus  o ressuscitou não foi? Mas  ele voltou a morrer, porque ressuscitou no corpo carnal, isso, faz parte dos sinais , E estes sinais  acompanharão aos que creem, Todos os sinais, milagres e maravilhas, realisado pelo poder graça e misericórdia de Deus só acontece quando tem o objetivo de engrandecer o seu Reino, e não porque alguém quer fazer acontecer,  Jesus teve misericórdia do povo porque estava faminto e com a sua bendita graça usa o seu poder para multiplicar os pães e os peixes, mas quando viu que estavam se aproximando dele apenas pelo poder da trans formação, disse-lhes “ Em verdade em verdade vos digo que me buscais não porque vistes sinais, mas porque comestes do pão e te saciastes.
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna qual o filho do Homem vos dará;  pois neste, o Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. Quando você pensar em um grande milagre , lembre-se da salvação, o maior de todos os milagres, quando pensar em maravilhas lembre-se da ressurreição de Jesus, a maior de todas as maravilhas,  se pensar nas grandes aflições da vida lembre-se que  Ele (Jesus) disse, " Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para onde eu estiver estejais vos também. E enquanto estivermos aqui temos o seu poder, sua misericórdia, mas Ele continua nos dizendo "A minha graça te basta, meu ultimo conselho, entre o poder dos milagres, melhor é ficar com a Graça salvadora!

Pr Ananias Ribeiro.  

sábado, 27 de dezembro de 2014

A MENTIRA A ARMA SATANICA DO SECLO XXI

"A MENTIRA"João 8.44 = Vós tendes por pai o diabo e quereis satisfazer os desejos do vosso pai, ele foi homicida desde o principio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira,
Prezados amigos:
Os últimos dias estão sendo o  reinado do "amor ao dinheiro e da mentira".
 A mentira sempre foi a arma preciosa de satanás, foi ela quem ele usou para promover a quedo do homem e o primeiro homicídio, mas nos últimos dias nos estamos assistindo um festival de mentiras, muitas delas  também praticadas que é capaz de passar por verdades por um bom período de tempo, Jesus preveniu-nos muito bem quando falou as discípulos a respeito de sua segunda vinda, no versículos 4 do capitulo 24 de Mateus quando os seus discípulos estavam ansiosos pra saber quando Ele voltaria ou quando o mundo iria findar, Jesus respondeu-lhes,”acautelai-vos que ninguém vos engane", Jesus sentiu que seus discípulos estavam ansiosos, não apenas pela sua volta, mas pelo fim do mundo, e as pessoas preocupadas e ansiosas costumam ser enganadas facilmente acreditando em qualquer mentira, desde que a mentira lhe traga satisfação mesma que seja momentânea. Jesus sabe como e de onde vem a mentira, no capitulo 5 de Mateus e versículos 37 ele diz, “Seja o vosso falar sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.
Mas, como frear a grande avalanche de mentiras?
Jesus fundou a sua Igreja para combater o mentiroso (satanás) o pai da mentira, Ele disse “Edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”  Mateus 16.18 e no capitulo 14 de João e versos 6  diz “Eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vem ao pai se não por mim”, Pilatos ao interrogar Jesus ficou surpreendido com a sua resposta, pois ele no meio de tanta angustia e sofrimento lhe responde “ Eu vim ao mundo para testificar da verdade, todo aquele que é da verdade ouve a minha voz..
Mas se somos a Igreja do Senhor, e a nossa função é frear a causa da mentira, que é satanás o pai da mentira, por que então, vemos cada dia mais os efeitos infernais da mentira se alastrando em todos os segmentos da nossa sociedade?
No capitulo 8 de João e versos 32 está escrito “ conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, foi o próprio Jesus que disse,  e se Ele disse se cumpre, (abro um parêntese aqui para comentar sobre uma pesquisa publicada em uma das revistas semanais do pais que diz que os evangélicos são muitos e que estamos crescendo assustadoramente,) até ai todo bem, se são evangélicos conhecem a verdade, se ficássemos apenas com o verso de numero 32, “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ” mas como o “texto sem contesto vira pretexto”,  esse versículo isolado faz entender que todos  os evangélicos são verdadeiros. E é claro que nós não podemos e nem devemos julgar, o problema é que antes de Jesus dizer essas palavras do versículo 32, ele disse o 31, e lá está escrito, “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos, e mais adiante no verso de numero 34 Ele confirma o texto “Em verdade em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado, e mentir é pecado, portanto quem mente alem de ser servo do pecado é filho do diabo
Queridos  o verdadeiro cristão já está crucificado com Cristo, tem a mente de cristo e recebeu a libertação pela verdade porque vive na verdade, e prega a verdade porque recebeu a verdade,Mas a mentira se propaga com mais rapidez , e parece ser amável porque o seu efeito é maligno, e Jesus, que os homens amam, as trevas mas do que a Luz porque as suas obras são más, e esta é a condenação João 3. 19
A maioria da população mente ou gosta de ouvir mentiras, os jornais e revistas mais mentirosas são os que mais são vendidas, as noticias mentirosas atraem as pessoas, até mesmos lideres, sejam eles políticos ou não, religiosos ou não, parece que sentem prazer em mentir, muitos até conhecem a bíblia, mas porque não tem o espírito santo no seu coração transformam os púlpitos em palco de teatro cinema ou coisa semelhante, contando história inverídica testemunhando o que nunca aconteceu, muitos desses se aproveitam dos púlpitos para se auto promover, fazendo propaganda de  seus pertences, como ,carros importados palácios, e outras coisas mais, um desses dias vi um pregador famoso exibindo um grosso cordão de ouro, e ainda disse que Moisés usava um semelhante, quando eu ouvi meu pensamento foi direto para Apocalipse capitulo 3 e  versos  17 e 18 que diz “ como dizes: Rico sou e estou enriquecido, e de nada tenho falta, e nada sabes, que és um desgraçado e miserável, pobre cego e nu.
Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez, e que unjas os olhos com colírio para que vejas. Como esse, muitos outros, estão colaborando para a propagação da mentira, em meio ao povo de Deus, e isso é triste porque a bíblia diz, que “são inescusáveis tanto quem mente quanto quem consente que mintam, Romanos 1 de 18 a 32. Esses “pregadores” falam tanto de suas vidas prosperas, mas, quando são convidado para vir fazer a obra de Deus pedem uma fortuna, e ainda se aborrecem quando a oferta não dá o que eles planejaram, se a metade do que dizem fosse verdade, com certeza seria diferente, ao invés de levarem, dariam as suas ofertas também,  a maioria das igrejas vivem em dificuldades financeira, porque estão vivendo uma crise espiritual, o dinheiro que entra através da mentira, Deus não recebe, e se Ele não recebe, não há benção pra ninguém, nem para quem dá e muito menos para quem recebe, quem dá, não é abençoado por que deu baseado na mentira, e o que recebeu não é abençoado por que consentiu que alguém mentisse, o dinheiro entra num saco sem fundo, e então ambos ficam cada vez mais com dificuldades. A igreja são os membros se eles vão mal a igreja não vai bem, precisamos urgente fazer o que Jesus mandou fazer, “Pregar o evangelho,  ensinar as nações a buscar primeiro o Reino de Deus e as suas justiça, quando isso acontece o dono da igreja abençoa, e não precisamos mentir.  
Todos os sábados o liberal trás um artigo do Pastor Samuel Câmara, e no sábado dia 27 de Outubro, trouxe um artigo cujo titulo é (É preciso reformar a reforma, eu gostaria que todos lessem esse artigo, lá o nosso pastor fala justamente sobre a maneira que estamos fugindo da verdade, deixando os nossos princípios para enveredar por caminhos, perigosos da mentira,
Queridos Deus sempre tem um modo especial de tratar com o seu povo, mas quando o seu povo não quer lhe ouvir, Ele também tem a sua maneira de fazer valer a sua vontade, e nem sempre é como a gente gostaria que fosse. Ele tem um tipo de tratamento para cada tipo de servo, e usa um tipo de servo para endireitar o outro, O capitulo 27 do livro do profeta Jeremias, nos dá um clássico exemplo de como Deus trata o seu povo, Não suportando mais as mentiras e idolatria do povo, Deus elege Jeremias para avisar o que iria acontecer, e quem ia ser o responsável pela transformação de seu povo, e nos versos de numero 6 Ele diz “ E agora eu entreguei todas estas terras nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia meu servo, e até os animais do campo lhe dei para que sirvam.
Você notou a palavra “servo” ele era um rei ímpio  mas Deus fez ele obedecer e ele o servio e que serve é servo, e o povo passou 70 anos sob o jugo da lei dos babilônios.
Hoje estamos todos preocupados com a tal PL 122. E ao invés de nos unirmos  para fazer o mandado de Jesus estamos nos degladiandos, lideres contra lideres, irmão contra irmão, acreditando em mentiras políticas achando que se forem eleitos vão nos livrar, das leis diabólicas que estão no congresso, parece que estamos indo de contra mão com a bíblia, Jesus avisou que nos últimos dias aconteceria tudo isso, Paulo ao escrever aos Romanos 1.28 fala de pessoas que conhecem a palavra de Deus, “ e como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso para fazerem coisas que não convém.
Sendo o amor ao dinheiro a raiz de todos os males, é justamente o que acontece, muitos dos nossos irmãos quando chegam lá, cai em uma emboscada satânica e começam a amar o dinheiro, e a bíblia diz que ninguém pode amar dois senhores, O dinheiro compra a sua fé, e as suas boas intenções, passa agora a um pensamento perverso, praticando coisas que antes era impossível fazer. Estamos nas ultimas horas, então é hora de combater duramente a mentira, ensinar aos nossos irmãos  a verdade para que os maridos não mintam para as esposas, as esposas não mintam para os esposos, os pais não mintam para os filhos, os filhos parem de mentir para os pais, irmãos, amigos patrãos empregados todos vamos fazer um grande mutirão da verdade pois é a Verdade quem liberta, e ela é Jesus e Ele está esperando que nos o aceite de verdade, quando isto acontecer, Deus nos ouvirá, Jesus disse se vós estiverdes em mim e as minhas palavra estiverem em vós  pedireis o que quiserdes e será feito, João 15. 7 . muitos conhecem, mas poucos praticam e Jesus disse quem ouve as minhas palavras e as praticas semelhá-lo-ei ao homem prudente, Mateus 7.24 Os mentirosos estarão protegidos pelos demônios como joios, até mesmo depois do arrebatamento da Igreja,como vemos em apocalipse 9.20 e 21,quando 4 anjos maus com um exercito de 200 milhões de demônios, atacam os homens na terra eles não foram atacados, mas em apocalipse 21 e verso 8 está escrito,” Mas quanto aos tímidos e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores e aos feiticeiros, e aos idolatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte,  Ai está o fim de todos os mentirosos.
Livre-se do inferno livrando-se das mentiras e dos mentirosos  

Pr Ananias  Ribeiro             

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

NATAL A FRATERNIDADE E UNIÃO DE TODOS


Ao aproximar o mês de Dezembro, a maior parte da humanidade  começa a se preocupar com o "Natal",  muitos procuram economizar desde muitos meses, pensando em dar um belo e caro presente para pessoa amada, outros se não a maioria deixa para a ultima hora, mas, importante é presentear, muitos acham que o Natal é um bom momento de estar com a família, visitar os amigos etc., etc., etc., de uma  forma ou de outra todos lembramos o Natal. Mas, Mesmo que não sabemos exatamente a data em que Jesus Cristo nasceu, 25 de Dezembro é o dia que temos escolhido para celebrar o seu nascimento. Mas, quando você faz aniversário, quem é que ganha os presentes? A festa de seu aniversário é voltado pra quem? quem recebe as visitas? Sim, você já deve ter respondido, pois é, nesta data tão importante para o cristianismo, o mundo todo deveria fazer uma grande festa, principalmente nós os evangélicos. As igrejas evangélicas deveriam se unir em uma só celebração, já que é um momento de reflexão e Paz. Os líderes denominacionais  "religiosos" deveriam deixar as diferenças de lado, e se dar as mãos em prol do Evangelho mostrando ao mundo e ao inferno que estavam unidos presenteando o grande aniversariante. É comum todos os lideres dizerem " eu sirvo a igreja do Senhor"  Bem o Senhor Jesus fundou apenas uma Igreja, (Mateus 16:18) se todos servem uma só igreja, como pode seus líderes, os chamados "anjos" (Apocalipse 2:1) viverem brigando entre si? Se o próprio Jesus disse  " Todo reino dividido contra si mesmo é devastado e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá" então como podem os Súditos de um reino, viverem brigando ente si? Não estou dizendo que andem juntos, e que falem a mesma língua, mas que nesta data tão importante para o mundo todo se unam, deixando fluir a Paz que todos buscam. Enquanto tivermos olhando os defeitos dos outros querendo que todos sejam iguais a nós, o mundo ímpio está se unindo para nos digladiar, basta ver a grande mídia, impressa, radio e televisão, chamando e unindo os povos para as grandes manifestações e paradas demoníacas e satânicas. Adeptos ou não se unindo para mostrar que existem e tem forças, e nós? qual seria o melhor presente que poderíamos dar ao nosso ilustre aniversariante? primeiro a nossa união. Em João 13: 34 Jesus diz," Um novo mandamento vos dou que vos ameis uns aos outros",(isto fala de união) e no verso 35 diz "nisto conhecerão todos que sois meus discípulos se tiverdes amor uns aos outros".
 Segundo, Evangelizar!  Juntos cumprir o seu Ide, pois Ele disse, (Marcos 16:15.) "Ide por todo mundo pregai o evangelho a toda criatura". Muitos de nós ao invés de procurar uma solução para unir estamos criticando os que mesmo errando estão tentando fazer alguma coisa, todos nós temos falhas e é por isso que Jesus nos chamou para a sua Igreja, porque precisávamos dEle Ele disse os perfeitos "sãos" não precisam de cura.
 Jesus disse "Eu não vim chamar os justos mas os pecadores" (Marcos 2:17) Que diríamos então de Davi? Com todas as falhas que podemos encontrar, era um homem segundo o coração de Deus. Não existe na terra tão alto grau para ser colocado em um homem; Davi antes de tudo era um homem segundo o coração de Deus!
Como conciliar então os erros e as virtudes de uma pessoa? Como fazer uma critica sincera de uma pessoa que  conhecemos apenas algumas coisas dela?  Não será que quando estamos criticando primariamente os nossos colegas, não estamos analisando apenas uma decisão repentina de um homem que como Davi foi levado ao trono pela vontade de Deus? Tudo pode ser falado de uma pessoa mas aquilo que Deus lhe deu permanece, a unção, o titulo a chamada a visão pessoal e a contextualização geral poderão ser diferentes de um líder para outro, mas uma coisa vamos encontrar nele; foi escolhido por Deus . Deus o escolheu.
Entre todas as virtudes de Davi encontramos o seguinte:
era um homem submisso, sincero, paciente e profundamente espiritual.
Tudo aquilo que ele possa ter feito, com as qualidades positivas sem duvida alguma, iria alcançar a benevolência de Deus: não pelas boas obras que realizara, mas pela sua sinceridade e pela sua posição espiritual. Se pensarmos assim , com certeza seremos bem sucedidos e quem sabe, no próximo Natal teremos uma grandiosa festa de Natal  com muitas almas ganhas para o Reino do nosso Excelso Rei  aniversariante.
Lembrem-se a tarefa nossa é pregar, convencer é a tarefa do Espírito Santo e salvar é a do Senhor Jesus.
Então façamos a nossa parte.
FELIZ NATAL E PROSPERO  2015
Pr Ananias Ribeiro